O presidente da FE, Paulo César da Luz Leão, o superintendente Luiz Carlos de Souza, o diretor da Fafram, Márcio Pereira, a professora Regina Eli de Almeida Pereira, professores e alunos que organizarão o CongressoDe 2 a 4 de fevereiro, a Faculdade Dr. Francisco Maeda (Fafram) instituição mantida pela Fundação Educacional de Ituverava sediará o XXXIII Congresso de Fitopatologia (ciência que estuda doenças das plantas). O evento que é promovido pelo Grupo Paulista de Fitopatologia acontecerá no campus II (Sítio das Acácias).
São esperados cerca de 500 pessoas, entre pesquisadores e docentes representando instituições dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Ceará, Rio Grande do Sul, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Distrito Federal, Espírito Santo, Paraíba e Tocantins.
Segunda a professora da Fafram, presidente do congresso, Regina Eli de Almeida Pereira, o evento tem o objetivo de promover debates entre professores, pesquisadores, estudantes, técnicos e produtores brasileiros e de outros países, com o intuito de somar e compartilhar conhecimentos. Entre os palestrantes, estão pesquisadores de vários institutos de pesquisas, instituições de Ensino Superior e Empresas como: UNESP, UFV, Embrapa, Instituto Biológico, Faculdades Adamantinenses Integradas, Centro APTA Citros Sylvio Moreira”, explica a professora.
Em geral, o público participante é formado por estudantes de graduação e pós-graduação, profissionais da área, produtores e interessados pelo assunto, que comparecem aos debates, palestras e minicursos, sobre diversos temas relacionados à fitopatologia. Os temas serão abrangentes, sobre culturas do Estado de São Paulo como: cana-de-açúcar, soja, feijão, café e milho, além de hortaliças e citros, afirmou Regina.
Os interessados podem se inscrever pelo site www.cpfito. com.br até o domingo, ou no dia do evento, na secretaria da faculdade. “Para a Fafram é muito importante sediar um evento desta magnitude, pois consolida nossa instituição, como referência nacional de ensino, pesquisa e extensão do agronegócio. Também é mais uma oportunidade de projetar Ituverava no cenário nacional, como um município com vocação agrícola e referência de ensino na região”, concluiu a professora.