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Brasileiros muitas vezes não se lembra em quem votou nas últimas eleições
16/03/2010

ELEITOR “MEMÓRIA FRACA”É PREJUÍZO PARA A NAÇÃO


Grande parte dos políticos se aproveitam do esquecimento dos eleitores para se reelegerem; seriedade na hora do voto pode

O voto deve ser encarado com seriedade pelos eleitores. É a única arma do cidadão para melhorar seu país, mudar a sociedade e transformar o meio em que vive. O eleitor deve ‘escolher a dedo’ o candidato, para que, no futuro possa beneficiar o país, estado e seu município.

Entretanto, a memória fraca da maioria dos eleitores (você se lembra em quem votou para deputado estadual, federal e senador nas últimas eleições? O que fizeram para Ituverava?) é danoso para a sociedade, pois é preciso acompanhar os eleitos para saber se estão metidos em corrupção e, principalmente o que fizeram e quanto conseguiram de verbas para o município, que se transformam em asfalto, na construção de Estações de Tratamento de Esgoto, recapeamento de estradas vicinais, ilumi- nação pública, assistência social, enfim, que vão beneficiar diretamente a população.

Nesta semana, a Tribuna de Ituverava foi às ruas e perguntou a doze eleitores se eles concordam com a afirmação de que o brasileiro tem memória fraca e que os políticos se aproveitam disso para se reelegerem.

O atendente Edmar Oliveira Fernando, 24 anos, concorda com a afirmação. “Realmente, o brasileiro não tem o hábito de se lembrar em quem votou, pois faz a escolha sem refletir muito. Na última eleição, eu votei no Lula para presidente e no José Serra para governador do Estado. Entretanto, não me recordo em quem votei para os outros cargos”, disse.

O estudante Rodrigo da Silva Marques, 25 anos, também admite que não se recorda em quem votou. “Assim como a maioria dos brasileiros, não me recordo em quem votei, a não ser para presidente. Pois infelizmente nós brasileiros não temos o hábito de nos atentar a política”, ressaltou.

Clique aqui e veja a íntegra das respostas:"

Ato em SP pede aprovação do projeto da ‘ficha limpa’
Em busca de ética e transparência nas eleições e de candidatos sem folha corrida na polícia, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) – integrado por 44 entidades da sociedade civil – realizou em São Paulo, nesta semana, ato público em apoio à aprovação imediata do Projeto Ficha Limpa, sob crivo do Congresso.

O evento ocorreu na Faculdade de Direito do Largo São Francisco e reuniu representantes de grupos empenhados na causa, como Movimento Nossa São Paulo e Voto Consciente.

O projeto de Lei Parlamentar (PLP) 518/09, chamado de Ficha Limpa, é originário do Projeto de Lei de Iniciativa Popular sobre a Vida Pregressa dos Candidatos. Chegou à Câmara em setembro do ano passado com 1,6 milhão de assinaturas colhidas nas ruas de todo o país.


O momento é crucial porque o grupo de trabalho formado por parlamentares tem até o dia 17 para apresentar substitutivo do PLP 518 ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP).

“Toda Lei encontra resistência e as barreiras são muitas”, alertou o deputado Índio da Costa (DEM-RJ), relator. Ele sugere mobilização popular em Brasília. Ao longo da semana, Costa vai se reunir com técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) para afastar eventuais falhas de ordem legal no texto.

A proposta consiste em alterar a Lei de Inelegibilidades, considerando os antecedentes dos políticos que almejam uma cadeira no Legislativo ou no Executivo, principalmente no caso de pendências com a Justiça por envolvimento em crimes graves.

Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo

“As andorinhas batem asas”
A preocupação da Tribuna de Ituverava com a defesa intransigente dos interesses da cidade é antiga. Em 1962, o jornal publicou uma matéria cujo título era “As Andorinhas Batem Asas”, que mostra que já naquela época o eleitor não cobrava dos candidatos, que, como nos dias atuais, vinham na cidade em época de eleição, e só voltavam depois de quatro anos, sem ter trabalhado pela cidade.

Para que Ituverava não incorra no erro que vem acontecendo nos últimos 48 anos, é necessário que o eleitor observe com cuidado, para não deixar a cidade a mercê de políticos oportunistas. É preciso que hoje ser melhor informado e, que vote consciente naquele que realmente trabalha pelo município, trazendo benefícios para a população. Mesmo porque, a política atual mostra que o crescimento das cidades passa pelos representantes junto ao governo. Leia abaixo alguns tópicos do artigo.

“Passadas as eleições, em que a maior parte dos deputados federais e estaduais for reeleitos, o quadro que se nos apresenta é dos mais tristes: deputado algum vem aqui ratificar suas promessas, estudar os problemas da comunidade, afim de por ela trabalhar. Justamente aqueles que mais votos receberam, nem um modesto e trivial ‘obrigado’ vêm nos dizer. E, como se deduz do começo, por quatro anos, estaremos esquecidos pelos políticos que entre nós montaram banca, ressalvando-se uma ou outra exceção, é lógico”.

“Não é que necessitamos deles para favores particulares. Deputado que cria cargos e remove funcionários à revelia, não é o homem do qual se pede atenção aos reclamos coletivos. Mas é ao deputado desvinculado dessas ramificações politiqueiras que devemos nos dirigir”.

“Porém, como encontrar a andorinha que aqui fez ninho e depois voou para outro continente? Como encontrar a andorinha quando criamos mais de duas centenas delas? O grande erro foi do eleitorado, o qual votou sem observar tais preconceitos. O erro também foi dos tidos como líderes políticos municipais que não se esforçaram visando a descarga de votos em homens realmente homens”.

“O assunto parece ser água passada; mas dessa água vamos beber por quatro anos e sem ter quem nos acuda nos desarranjos que ela venha a ocasionar”.

“O assunto é sempre atual, enquanto o prédio dos ‘Correios’ não sai dessa lenga-lenga; enquanto se cria Caixa Econômica Federal em todas as cidades importantes e Ituverava fica para trás; enquanto se constroem grupos escolares em inúmeras cidades e aqui temos um funcionando em caráter provisório numa delegacia de Ensino. Para citar um exemplo neste particular, devemos dizer que a Delegacia de Ensino de Casa Branca funcionava no esplendido Grupo dr. Rubião. Foi desalojada e um prédio foi alugado para nele ser ela instalada. Por que? Porque Grupo é Grupo e Delegacia é Delegacia; enquanto em Igarapava a Escola Normal passou a Instituto de Educação a de Ituverava ficou para trás; enquanto cidades fictícias recebem doações e os nossos hospitais ficam olvidados, dependendo apenas de nós, os munícipes, espoliados pelos impostos estaduais e federais”.

Tribuna traz a relação completa de prefeitos e vereadores do município

1890 – Joaquim Ribeiro dos Santos (intendente do Carmo da Franca).


1891 – Augusto Simpliciano Barbosa (intendente do Carmo da Franca).

1899 – Major Antônio Ribeiro dos Santos (intendente geral)

1901 – Capitão João José de Paula

1902 – Tet. Cel. Cripriano Gonlçalves de Almeida Coelho

1902 – Cel. José Nunes da Silva

1903 – Joaquim Antônio Ribeiro

1904 – Dr. Generaldo Gualter Pereira Machado

1905 – Cel. José Barbosa Nunes

* As intendências duraram até 1908

Conheça os prefeitos de ituverava

1908 – Cel. José Barbosa Nunes (primeiro prefeito do município)

1912 – Capitão Joaquim de Cerqueira César

1914 – Capitão Primeiro Augusto Barbosa

1915 – Cel. Irlandino Barbosa Sandoval

1920 – Dr. Firmino Franco Filho (vice-prefeito)

1921 – Cel. Irlandino Barbosa Sandoval

1924 – Cap. Joaquim Ribeiro da Rocha

1926 – Major Victor Venerando da Fonseca

1927 – Balduíno Nunes da Silva

1928 – Cap. Francisco Cândido de Assis Falleiros (vice-prefeito)

1929 – João Antônio Macedo (vice-prefeito)

1930 – Capitão Domingos Ribeiro dos Santos (governador Civil – com a vitória da Revolução em 24 de outubro de 1930, as Câmaras e prefeitos foram destituídos de seus poderes. Os prefeitos passaram a ser nomeados pelo governador do Estado, até julho de 1936).

1931 – Alcino Parreira

1931 – Dr. Cícero Barbosa Lima

1932 – Dr. Orlando da Veiga Sampaio.

1933 – Landulfo Barbosa Lima, contador da Prefeitura, respondendo pelo expediente.

1933 – João Ferreira Telles

1934 – José Flauzino Sandoval, respondendo pelo expediente.

1934 – Dr. José Aníbal Soares de Oliveira

1936 – Clóvis Sandoval (prefeito interino até o mês de julho, quando voltou novo período legislativo, tendo sido eleita Câmara de Vereadores).

1936 – Dr. Alceu Fabio Barbosa – prefeito eleito

1937 – Em 10 de novembro, é implantado o Estado Novo, destituídas as autoridades municipais; o prefeito passa a ser nomeado pelo interventor em São Paulo; funcionaram como órgão legislativo o Conselho Administrativo do Estado de São Paulo e o Departamento da Municipalidades, na fiscalização dos municípios.

1938 – Balduíno Nunes da Silva (prefeito nomeado)

1942 – Dr. Gilberto Ribeiro Barbosa (prefeito nomeado)

1944 – Dr. Cláudio Guimarães César (prefeito substituto)

1945 – Dr. Humberto de Andrade Junqueira (nomeado no período eleitoral de 2 de dezembro)

1945 – José Flauzino Sandoval – contador da Prefeitura respondendo pelo expediente

1945 – Dr. Cláudio Guimarães César – prefeito nomeado substituto

1946 – Marcionílio Trajano Broges – prefeito nomeado (Em 18 de setembro de 1946, foi promulgada a quarta constituição da república brasileira. Voltaram as Câmaras de vereadores e os prefeitos passam a ser eleitos em novembro de 1947), sendo neste ano:

1947 – João Athayde de Souza (prefeito nomeado)

1947 – Antônio Barbosa Faleiros (prefeito nomeado)

1947 – Antônio Cândido Faleiros (prefeito nomeado)

1948/1951
Prefeito - - João Athayde de Souza (prefeito eleito)

1952/1955
Prefeito
Flávio Cavalari ---- 1.495 votos - eleito

José Alípio Furquim Fonseca – 1.237

Vice-prefeito
A eleição para vice era separada
Hélvio Nunes da Silva ----- 1.531 -eleito

Cecim Miguel: -------- 1.150

1956/1959
Prefeito
João Athayde de Souza - 1595 – eleito

Milton Mambrim – 698

Miguel Jacob Daur – 725

João Borzani - 59

Vice-prefeito:
Arcísio Ribeiro de Barros - 1.303 – eleito
Orlando Seixa Rego – 1.116


Altino Fernandes ---- 548

1960/1963
Prefeito
Salvador Cordaro Cruz - ------2.240 – eleito ‘

Hélvio Nunes da Silva (“Zito”) -- - 1875

Vice-prefeito
Orlando Seixas Rego ------ 2.145 - eleito

José de Paula Leão -------- 1.830

1964/1968
Prefeito Hélvio Nunes da Silva (“Zito”) - eleito
Vice- Orlando Seixas Rego

Prefeito - Flávio Cavalari
Vice: Antonino Amêndola

1969/1972
Prefeito: Dr. Archibaldo Moreira Coimbra – 4.393 eleitos
Vice: Ecyr Alves Ferreira

Prefeito: Salvador Cordaro Cruz - 2.578
Vice: Aluizio Jardim

1973/1976
Prefeito: Orlando Seixas Rego – 5.637 eleitos
Vice: Ary Barbosa

Prefeito: Hermes Procópio dos Santos – 4.299
Vice: Newton Barbosa Pinto

1977/1982 (Mandato de 6 anos)
Legenda PDS 5.632 votos

Prefeito: Dr. José Aureliano Coimbra - 3.270 (eleito pela soma de votos da legenda do PDS)
Vice: Nelson Soares de Oliveira

Prefeito: Valdir Barbosa de Oliveira – 1.273
Vice: José Antônio Maestre

Prefeito: Sílvio Rafael Barbosa - 1.089
Vice: Cléso Barbosa da Silva

Legenda PMDB – 4.837 Votos

Prefeito: Eurípedes Ribeiro – 3.912



Vice: João Contart Filho

Prefeito: José Francisco de Resende - 383
Vice: Antônio Sebastião de Freitas Neto (“Toninho Cascudo”)

Prefeito: Generaldo Teixeira de Andrade – 92
Vice: Antônio Sebastião de Freitas Neto (“Toninho Cascudo”)

1983/1988 (Mandato de 6 anos)
Coligação PMDB 8.376 votos

Prefeito: Orlando Seixas Rego 6.543 eleito (ficou no caro até 1984, quando faleceu)
Vice: Lúcio Adalberto Lima Machado (assumiu em 1984,e ficou no cargo até 1988)

Prefeito: Adolfo Medina Bucker – 1.833
Vice: José Roberto Trigo

Coligação PDS 4.952

Prefeito: Hermes Procópio dos Santos – 2.086
Vice: Moacir de Souza

Prefeito: Eurípedes Ribeiro (“Pino”) - 1.550
Vice: Nelson Soares de Oliveira Filho

Prefeito: Paulo Sandoval – 1.316
Vice: Antônio José Ferreira do Carmo

Partido PT

Prefeito: José Maurício Amêndola - 178

1989/1992
Prefeito: Dr. Ecyr Alves Ferreira – 8.481 - eleito
Vice: Antônio Roberto Sandoval Filho

Prefeito: José Aureliano Coimbra – 5.964
Vice: Homil Abdo

Prefeito: José Maurício Amêndola – 978
Vice: Cássio Wanderlei Ferreira

1993/1996
Prefeito: Dr. Archibaldo Moreira Coimbra – eleito
Vice: Antoninho Carlos Vieira de Matos

Prefeito: Lúcio Adalberto Lima Machado – 7.591
Vice: Ricardo Chaebub Rodrigues (“Kadão”)

1997/2000 – coligação PSDB/PPB/PTB

Prefeito: Lúcio Adalberto Lima Machado – 13.372 – eleito
Vice: Alcides Antônio Maciel Júnior

PMDB

Prefeito: Ecyr Alves Ferreira – 4.620
Vice: Luciano Faleiros Nunes

2001/2004

Prefeito: Lúcio Adalberto de Liam – 6.537 - eleito
Vice: Ariovaldo Vieira de Matos

Prefeito: Alcides Antonio Maciel Júnior – 5.966
Vice: Rafael Mendonça de Freitas Matos

Prefeito: Francisco Mantovani Filho – 4.385
Vice: José Dirceu Tardelli Falleiros

Prefeito: Luciano Chaebub Rodrigues (“Lolô”) – 4.391
Vice: Alfredo Gonçalves Vieira (“Léo”)

2005/2008

Prefeito: Mário Takayoshi Matsubara - 10.070 - Eleito
Vice: Leandro Barbosa Faria

Prefeito: Alcides Antônio Maciel Júnior 9.257
Vice: Rafael Mendonça Freitas Matos

Prefeito: Luciano Chaebub Rodrigues – 2.823
Vice: Gláucia Anunciação

Prefeito: José Sérgio Cerqueira - 847
Vice: Antoninho Carlos Vieira de Matos

2009/2012
Prefeito: Mário Takayoshi Matsubara - 18.190 - eleito
Vice: Alcides Antônio Maciel Júnior

Prefeito: Leandro Barbosa Faria – 4.051
Vice: Wilson Luiz Ribeiro