Nove acusados na participação da morte do delegado Adelson Taroco, em maio de 2006, irão a júri popular no dia 3 de fevereiro, em Jaboticabal. Taroco era diretor da cadeia do município e foi morto durante uma rebelião. Por conta da complexidade do caso, o julgamento irá demorar ao menos quatro dias.
“São muitas testemunhas, 15 ao todo. Depois, nove interrogatórios. Então é possível termos dois ou três destinados sôo para provas. Depois, um ou dois dias pro debates, votação de quesitos e depois a sentença”, diz a juíza presidente do tribunal, Carmem Silva Alves.
Taroco teve 80% do corpo queimado. Durante a rebelião, entrou em uma ala onde estavam 41 presos. Foi dominado, enrolado em um colchão e queimado. Chegou a ficar 20 dias internado na UTI do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, mas não resistiu.
Fonte: EPTV.com