GERAL

Exposição de cavalos da raça, em Aruarana, no Estado do Rio de Janeiro
18/05/2011

MARKETING GARANTE NOVOS ASSOCIADOS À ABCCMM




“O resultado desse agressivo programa de marketing é que nós temos recebidos a adesão de inúmeros novos associados. Na última reunião da Diretoria, aprovamos a entrada de mais de 150 novos sócios, incluindo criadores, usuários e principalmente mirins”.

“A partir do II Congresso do Mangalarga Marchador, realizado em Novembro de 2009, em Porto Seguro (BA), a Diretoria criou o Departamento de Esportes, visando colocar o cavalo de esporte como sendo uma alternativa a mais para os amantes das provas funcionais, que carregam grande dose de adrenalina, fato que também fez com que recebêssemos, uma grande adesão dos jovens”.

“Neste Congresso, por sugestão da minha esposa Rita, a diretoria resolveu promover, em razão da criação das Provas Funcionais, um grande esforço de integração de toda a família marchador nos eventos da raça. As mulheres passaram a participar das provas funcionais, embelezando as pistas e provocando admiração”.

Representatividade
“Eu sou criador de Mangalarga Marchador desde 1974, sempre participando das diretorias do Núcleo da Alta Mogiana. Em 2004, fui convidado para presidir o NUMAM e graças ao bom trabalho realizado naquele biênio, fui reeleito em 2006 para mais um período. Também graças aos esforços da diretoria e dos associados, o NUMAM alcançou o primeiro lugar no ranking dos núcleos da ABCCMM. Isso fez com o que o meu nome fosse lembrado para ocupar uma diretoria nacional, sendo indicado para o cargo de vice-presidente, fato que muito me honrou”.

“A minha tropa tem o sufixo da minha cidade – Ituverava – e porque alguns animais alcançaram muitas premiações nas pistas e sucesso na reprodução, o nome da nossa querida Ituverava é conhecido em todos os rincões onde se cria o Marchador”.

Museu
“Para promover o resgate da história da raça e da cultura do cavalo mangalarga marchador é que a Diretoria criou o Museu, que está sendo construído na cidade de Cruzília (MG), por ser considerada o berço da raça, onde surgiram os primeiros marchadores, graças ao cruzamento de um garanhão da raça Alter – presente de Dom Pedro I ao Barão de Alfenas, proprietário da Fazenda Campo Alegre, situada naquele município mineiro – com éguas de sua propriedade, cujos produtos eram levados para a corte no Rio de Janeiro e se destacavam pela beleza e pelo andamento marchado”.

“Esse museu está em fase de acabamento da parte da construção, que está sendo dirigida pela museóloga, Ângela Gutiérrez, residente em Belo Horizonte e que já montou diversos museus, inclusive o de Artes e Ofícios, que é um dos maiores patrimônios artísticos de Minas Gerais”.

“Terminada a construção, iniciaremos a fase da coleta das peças e dos arquivos que comporão a memória da raça, através de publicações, revistas, fotos, peças ornamentais, arquivos dos registros dos animais que eram feitos a mão no inicio da vida da entidade, e, uma inovação, é que, a partir do museu, os interessados poderão agendar visitas às fazendas Favacho, Angaí, Traituba, Bela Cruz e Campo Lindo, consideradas berço da raça para conhecerem a história da sua formação”.