ESPORTE

O atleta Rodrigo de Ângelo Freitas (“Digão”)
27/09/2011

ATLETA FALA SOBRE ASCENSÃO DO VÔLEI


O ituveravense Rodrigo de Ângelo Freitas (“Digão”) explanou sobre sua carreira e sobre o esporte

Em Ituverava tem um filho que tem brilhado no voleibol, e que tem se destacado no cenário esportivo nacional e internacional.

Trata-se do jogador de vôlei Rodrigo de Ângelo Freitas (“Digão”), que atuou, sempre com êxito, em diversos clubes do Brasil e do exterior, conquistando importantes títulos.

Nesta semana, o atleta concedeu entrevista à Tribuna de Ituverava, e falou sobre sua carreira, planos para o futuro e a situação do esporte na atualidade.

“Ainda estou em atividade, porém estou sem time.

Entretanto, mesmo depois que parar, meu objetivo é continuar no voleibol, atuando como treinador ou alguma coisa ligada a esse esporte.

Penso também em montar uma escolinha de voleibol”, disse.

Ele, que está com 36 anos, é filho de José Carlos de Freitas, que também foi atleta profissional, jogando futebol em grandes equipes de São Paulo, e de outros estados, e da professora de Educação Física Glória Maria de Ângelo Freitas, e tem as irmãs Karina de Ângelo Freitas e Camila de Ângelo Freitas.

São suas filhas, Maria Júlia Volpato Freitas e Anna Luísa Volpato Freitas e sobrinha Vitória Freitas Lusuarghi.

A vocação por meu pai ter sido jogador de futebol e minha mãe professora de Educação Física, com certeza fui influenciado a seguir a carreira de atleta.

Desde pequeno acompanhava meu pai no campo e já sentia que o esporte seria meu futuro.

Optei pelo voleibol, porque era o esporte que eu mais me identificava, porém sempre gostei de todos os esportes.

A carreira comecei jogando na Escola Municipal de Ensino Fundamental “Humberto França”, onde estudava.

Depois fui na Associação Atlética Ituveravense, no Barretos/Anglo e posteriormente no Esporte Clube de Banespa, de São Paulo.


Depois atuei em vários clubes do Brasil e na Seleção Brasileira Juvenil.

Também joguei no exterior, na Espanha, onde fui bi-campeão e vice-campeão europeu pelo Son Amar Palma.

Na Itália, joguei na Série A1. Meu último clube foi o Soya/Blumenau, de Santa Catarina.

Ainda estou na ativa, porém no momento estou sem clube.

Entretanto, mesmo depois que parar, tenho vontade de continuar no voleibol, atuando como treinador ou em alguma área ligada a esse esporte. Penso também em montar uma escolinha de voleibol.

O vôlei brasileiro hoje o vôlei brasileiro é o melhor do mundo.

Isso devido à evolução física e técnica dos nosso atletas e pelo processo de renovação constante nas categorias de base.

Hoje, pode-se afirmar que todos os profissionais que trabalham no vôlei são altamente capacitados.

A importância da escola é importante que todos saibam que a escola é muito importante na formação não só de atletas, mas principalmente de cidadãos de bem.

Eu comecei a jogar na escola em que estudava e isso foi muito importante para mim.

Incentivo ao esporte hoje existe a Lei do Incentivo ao esporte, porém nem todo mundo faz isso.

Acredito que as empresas deveriam investir nesta setor, pois o retorno na mídia é muito positivo.

Além disso, uma empresa que vincula sua marca ao esporte só tende crescer.

Conselho para aqueles que desejam se tornar atletas profissionais, nunca desistam, treinem com afinco e lutem pelos seus sonhos, pois só assim chegarão onde desejam.