O animal com a doença apresenta diminuição do apetite e elevação da temperatura. Boca, língua, estômago, intestinos e a pele em torno da coroa das unhas são infectados.
Provoca aftas na língua, lábios, gengivas e entre os cascos. O animal passa a babar excessivamente e tem dificuldades de se locomover. Se o animal não morre, a febre até pode desaparecer, mas há seguimento de outros sintomas, como a queda na produção de leite e doença nas mamas.
O Estado tem uma população de bovinos e bubalinos na faixa etária de até dois anos estimada em 4,7 milhões. Em maio passado, o índice de vacinação alcançou 97,25% dos animais. Devem ser vacinados todos os bovinos e bubalinos com idade até dois anos.
Queda da produção leiteira, perda de peso, crescimento retardado, menor eficiência reprodutiva e, claro, prejuízo econômico. Isso nenhum produtor quer. Pois é o que pode acontecer para quem não vacina seu rebanho contra a febre aftosa.