A bancária aposentada Maria José Marine Caetano do Nascimento devota de Nossa SenhoraA bancária aposentada Maria José Marine Caetano do Nascimento se diz “devota de coração” de todos os títulos de Nossa Senhora. “Especialmente de Nossa Senhora de Fátima, sou devota há uns 10 anos”, enfatiza.
“A aparição em Fátima foi um momento muito importante para a humanidade. Naquele instante, a Mãe de Jesus pediu para que as pessoas rezassem mais o terço e optassem pela conversão ur-gente, e causou uma grande transformação nos corações que vivenciaram este momento. O fato teve mais respaldo, pois foi vivenciado por crianças, que são inocentes e verdadeiras. Se a aparição de Nossa Senhora tivesse sido a adultos primeiramente, talvez não teria o mesmo impacto”, ressalta Maria José
Ela afirma que já recebeu, inclusive, “o conforto” de Nossa Senhora de Fátima. “Certa vez, quando um ente querido estava doente, nossa família recebeu a imagem da santa, que nos trouxe acalento e paz naquele momento. Acho que isso é uma das maiores bênçãos que uma família pode ter”, conclui.
Maria José é casada com Henrique Garcia do Nasci-mento e tem os filhos Marcos Henrique, Guilherme e Rafael.
História de Nossa Senhora de Fátima é uma das mais conhecidas do mundo
Em 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, e Portugal. Chamavam-se Lúcia de Jesus, 10 anos, e seus primos Francisco Marto, 9 anos, e Jacinta Marto, 7 anos.
Todos os dias, as crianças tinham um pequeno ritual: rezavam o terço e construíam uma pequena casa de pedras soltas – onde hoje se encontra a Basílica que leva o nome da santa. Em uma determinada vez, por volta do meio-dia, uma luz brilhante surgiu repentinamente; julgando ser um relâmpago, decidiram ir embora, mas, logo outro clarão iluminou o espaço, e viram uma Senhora mais brilhante que o sol, de cujas mãos pendia um terço branco.
A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria por mais cinco meses consecutivos, sempre no dia 13, àquela hora.
As crianças assim o fizeram: nos dias 13 de junho, julho, setembro e outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de agosto, a aparição aconteceu no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros de Aljustrel, já que neste dia, as crianças haviam sido levadas para Vila Nova de Ourém.
A última aparição – no dia 13 de outubro de 1917 – foi presenciada por cerca de 70 mil pessoas. Neste dia, a Senhora disse-lhes que era a Senhora do Rosário e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em julho e setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.
Outras aparições
Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Dorotéia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917, na parte já revelada do chamado Segredo de Fátima.
Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre abril e outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.