SAϿ�DE

A professora Marilaine Tomé Barbosa Santos
13/08/2012

PROFISSIONAIS QUE DEPENDEM DA VOZ FALAM SOBRE OS CUIDADOS




Eles literalmente dependem dela para viver. As mudanças de temperatura no clima – por mais simples que sejam – ou uma bebida mais gelada nos finais de semana podem ser motivos de apreensão para os locutores de rádio.

Conhecido como “Animador-Paixão”, o locutor Jerônimo Moreira da Silva, da Superativa FM, diz que evita “ao máximo” bebidas com temperaturas muito baixas, inclusive água.

“Eu também chupo pastilhas e me previno quanto às mudanças de temperatura do ambiente. Ainda sim, fico rouco. Quando isso acontece, procuro repousar a voz”, afirma.

Já a professora Marilaine Tomé Barbosa Santos admite. “Não tenho o cuidado necessário com minha voz. Mas, não por desleixo, e sim, por não ter tempo para repousá-la”, justifica.

Professora de Educação Infantil e de Ensino Fundamental, ela já fez seções de fonoaudiologia e até ensaiou algumas técnicas de respiração. “Infelizmente, tenho calos nas cordas vocais, diagnosticados há alguns anos. Quando tenho alguma crise, bebo bastante água, chupo pastilhas que ajudam, mas não solucionam o problema, e volto à mesma rotina”, completou.