Autoridades que prestigiaram a solenidade do Lançamento do Programa de Voluntários da Copa do Mundo 2014 Desde a última terça-feira, 21 de agosto, qualquer brasileiro ou estrangeiro que queira trabalhar como voluntário na Copa das Confederações de 2013 e Copa do Mundo de 2014, já pode se cadastrar para concorrer a uma das vagas. As inscrições foram abertas no lançamento do Programa de Voluntários, durante uma solenidade em Salvador, no dia 21.
A solenidade
O evento, capitaneado pela Fifa, foi acompanhado pelo Comitê Organizador Local (COL) do mundial. Prestigiaram a solenidade, os ex-craques Ronaldo Fenômeno e Bebeto; o integrante do COL Ricardo Trade; o governador da Bahia, Jaques Wagner e o secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes.
Expectativa
A expectativa é que, ao todo, cerca de 100 mil voluntários participem dos trabalhos durante os dois eventos esportivos. Por outro lado, os voluntários ligados ao COL/Fifa serão apenas 7 mil. O restante será, posteriormente, recrutado pelas cidades-sede e pelo Governo Federal, estabelecendo o número final de trabalhadores. Para se cadastrar no processo, o interessado deverá se inscrever no site oficial da Fifa.
O processo
A previsão é de que dentro em 15 dias o COL avalie o processo de inscrição e, caso haja muitos interessados as inscrições podem ser encerradas. Os primeiros aprovado deverão passar por treinamentos via online já em dezembro deste ano. Posteriormente, entre janeiro e maio, haverá as primeiras dinâmicas de grupo, treinamentos específicos e o momento do encontro com as praças esportivas, um mês antes de cada evento.
Importância
Os organizadores destacaram a importância que o voluntariado tem na execução de grandes eventos, como a Copa e as Olimpíadas. De acordo com Luis Fernandes, os Jogos Olímpicos de Londres contaram com 70 mil voluntários e que o programa na capital inglesa foi um dos destaques de todo o evento.
Já Ricardo Trade revelou que foi voluntário na África do Sul, na Copa de 2010, e pode testemunhar pessoalmente a importância do trabalho dos voluntários. Ele defende que a presença destas pessoas nas intervenções diárias da Copa é tão ou mais importante do que a construção das arenas de jogo, por exemplo. "Sem o voluntariado é muito difícil fazer uma competição desse tamanho. Esse é um dos muitos legados da Copa do Mundo e da Confederações", completa.