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Cão sendo examinado
10/09/2012

TRATAMENTO CONTRA EPILEPSIA É POR TODA VIDA DO ANIMAL




Se for constatada a epilepsia, o tratamento anticonvulsivante seguirá para o restante da vida. Se for descoberta a hipoglicemia, o remédio deverá ser associado a outro para manter as taxas de açúcar na circulação em ordem e evitar novas convulsões. A supervisão de um profissional deverá ser intensificada.

Recomenda-se levar o cachorro que já convulsionou para uma consulta a cada seis meses. Em cada visita, o profissional irá reavaliar a dosagem do anticonvulsivante no caso da epilepsia, por exemplo.

Sem contar que, com o passar dos anos, sujeito à medicação diária, pode ter efeitos colaterais como aumento de peso e problemas no fígado — e o veterinário estará de olho nisso.

“É muito importante ressaltar que nossos animaizinhos não têm como se expressar, senão pelo comportamento atípico. Portanto, é necessário que o proprietário esteja atento a cada mudança, por menor que seja”, concluiu a veterinária Valéria.