Atendimento de animal, no Hospital Veterinário da Fafram Não faz muito tempo, o destino de um cão velho ou doente era a morte. O dono sabia que os recursos veterinários eram escassos e se resignava com à idéia de que era melhor sacrificar o animal do que deixá-lo sofrer. Não é mais assim.
No ano passado, as famílias brasileiras gastaram R$ 696 milhões com consultas, medicamentos e vacinas com seus animaizinhos. Esta é a soma equivalente ao faturamento anual dos maiores hospitais particulares do país. Os cuidados com os bichinhos de estimação chegaram a uma nova e extraordinária fronteira – a dos serviços veterinários de altíssima qualidade.
Para o rápido entendimento do que isso significa na prática, recomenda-se pensar na tecnologia de diagnóstico e tratamento oferecida pelos bons hospitais brasileiros. Se o equipamento for disponível para pacientes humanos, é muitíssimo provável que também esteja para cães e gatos, especialmente nas capitais do Sudeste.
Um aparelho de tomografia computadorizada ou de ressonância magnética instalado numa clínica veterinária pode significar a diferença entre a vida e a morte de um bichinho de estimação.
Hospital Veterinário
O Hospital Veterinário mantido pela Faculdade Dr. Francisco Maeda (Fafram) oferece alta tecnologia para o tratamento de animais. Com estrutura privilegiada e excelentes profissionais, a instituição realiza, em média, 120 atendimentos por mês, entre consultas, cirurgias e procedimentos ambulatoriais.
“Para o diagnóstico, existe no Hospital equipamentos de Raio X e ultrassonografia. Também realizamos exames de eletrocardiograma; hemograma completo; exames bioquímicos e de microbiologia, urocultura, entre outros”, explicou o médico veterinário Ricardo Lima Salomão, que atende no Hospital-Escola da Fafaram.
A instituição oferece atendimento 24 horas por dia: em horário normal de expediente, das 8h às 18h, e também funciona no sistema de Plantão à Distância, com um veterinário escalado. “Trata-se de uma gigantesca estrutura a disposição, para que os proprietários tratem doenças e distúrbios de seus animais”, complementou Salomão.