Foto de ilustração: crianças aprendem sobre Educação FinanceiraUma criança de seis anos tem condições de diferenciar que algumas coisas são imprescindíveis e outras são supérfluas, podendo ajudar a fazer a lista do supermercado. Noção de juros chega mais tarde, perto de dez anos.
“Particularmente, eu acho muito importante a Educação Financeira integrar o currículo escolar. As crianças passam a ter noção do dinheiro, de orçamento, ou seja, do quanto se tem e o quanto se pode gastar, saber dar o valor para as conquistas”, afirmou o coordenador do curso de Administração, Eduardo Ciccone, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ituverava. “Acho não só importante a Educação Financeira, mas, principalmente, tratar esse assunto junto com a educação empreendedora”, ressaltou.
Ciccone diz que já realiza este trabalho junto a alunos, no curso. “Na ‘incubadora’ que gerencio, temos um programa chamado Supera Educa em que tentamos estimular os alunos a se envolverem com o empreendedorismo e, como conseqüência disso, com a educação financeira”, completou o coordenador do curso de Administração.
COC
Sem dúvida, a melhor maneira de se ensinar Educação Financeira é desenvolver atividades dentro da grade curricular dos alunos. A prática já é adotada pelas escolas mantidas pela FE – Colégio Nossa Senhora do Carmo-COC e Liceu Van Gogh-Anglo.
“Nosso Colégio já trabalha essa conscientização nas disciplinas de ciências sociais e matemática nas séries iniciais, de maneira a organizar o desejo pelo consumo e seu limite saudável. Agora, vamos intensificar ainda mais o trabalho, contribuindo para o desenvolvimento de nossos alunos e de nossa sociedade”, disse a diretora do Colégio Nossa Senhora do Carmo-COC, Luciana Moreira Inácio.