SAϿ�DE

Marilda Filgueira Marques Rodrigues, Cláudia Maria Carrera Frata, Geraldo Alckmin e Luiz Carlos Rodrigues (“Busa”)
24/12/2013

PROGRAMA DO GOVERNO DE SÃO PAULO BENEFICIARÁ SANTA CASA DE ITUVERAVA


Instituição terá aumento de 40% nos recursos recebidos do Estado, que hoje chegam a R$ 70 mil por mês

O governador Geraldo Alckmin lançou dia 11 de dezembro, um programa de auxílio às Santas Casas e hospitais filantrópicos do Estado de São Paulo. Com a medida, serão beneficiadas 117 entidades, que receberão, a partir de 2014, repasse maior que o atual. Dentre as beneficiadas, está a Santa Casa de Ituverava.

Além do governador, várias autoridades prestigiaram o lançamento do programa, inclusive o deputado estadual Barros Munhoz. De Ituverava, participaram o presidente do Conselho de Administração da Santa Casa, o empresário Luiz Carlos Rodrigues (“Busa”), a administradora Cláudia Maria Carrera Frata e a enfermeira-chefe, Marilda Filgueira Marques Rodrigues.

Serão atendidas pelo programa, as entidades que atendem regionalmente e as que realizam procedimentos mais complexos. Para o governador Geraldo Alckmin “a ajuda extra vai consolidar o atendimento de qualidade com bons serviços e especialistas, beneficiando o sistema como um todo”.

"São instituições que em todo Brasil enfrentam grandes dificuldades financeiras, porque o dinheiro que recebem do SUS para tratar os pacientes na rede pública só cobre praticamente 40% do que elas gastam com o tratamento", afirma Alckmin.

Repasse
O repasse anual para as Santas Casas e hospitais beneficentes chegou este ano a R$ 250 milhões, valor que será dobrado em 2014. "Na prática, estamos fazendo um reajuste na tabela do SUS, que o Ministério da Saúde não faz há praticamente dez anos", explica o governador.

Para conceder o incremento, a Secretaria Estadual da Saúde investirá R$ 535 milhões no próximo ano. Para definir os novos valores, a Secretaria classificou as santas casas em três tipos: os "Hospitais Estruturantes", que são aqueles de referência em atendimentos complexos, como cirurgias cardiovasculares e torácicas, hemodiálise e neurocirurgias; os "Hospitais Estratégicos", de médio porte, que servem como retaguarda aos estruturantes, e os “Hospitais de Apoio”, que são os de pequeno porte.