BRASIL

Jovem disse ter reconhecido os objetos dele porque o saco era transparente (Foto: Keynes Mota/Arquivo Pessoal)
12/02/2014

PASSAGEIRO RECEBE SACO EM VEZ DE MALA AO DESEMBARCAR EM FORTALEZA




Um passageiro afirma ter recebido um saco lacrado em vez da mala ao desembarcar no aeroporto de Fortaleza, na madrugada de segunda-feira (10). Em nota, a empresa Gol afirmou que "lamenta pelo ocorrido" e que "tomará as medidas cabíveis".

“Fiquei na esteira esperando as coisas. Tirei minhas três malas. Mas a outra, nada. Até que vi o saco e reconheci minha bermuda. Olhei melhor e vi que tinha até minha identificação”, conta o advogado Keynes Resende Mota, de 26 anos. O advogado embarcou em um voo da Gol no aeroporto de Guarulhos na noite do domingo (9) após passar o fim de semana em São Paulo com a namorada.

No saco plástico, havia uma camisa, uma bermuda e roupas íntimas. De acordo com Mota, sumiu a mala, uma frasqueira com perfumes e itens importados, peças de roupa e um par de óculos esportivos. “Reclamei no balcão da Gol e o funcionário disse que trabalhava lá há cinco anos e tinha visto malas serem extraviadas ou danificadas, mas nunca nada assim”, conta. O conteúdo do saco foi pesado, segundo o advogado, e foi constatada a ausência de 2 kg de bagagem.

“Um dos funcionários foi muito grosseiro, questionou se eu ainda queria a bolsa de volta”, disse Mota. O passageiro afirma ainda ter se sentido constrangido, pois teve de rasgar o saco e mostrar o conteúdo ao funcionário em pleno aeroporto. “Eu tive de pedir um outro saco para guardar tudo de novo e poder levar”, afirma.

Companhia

Em nota enviada ao G1, a Gol afirma que "o cliente foi informado dos procedimentos para dano/extravio de bagagens e orientado pela companhia a abrir um processo de bagagem extraviada por meio de um Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB). Caso a mala não seja localizada no prazo de 30 dias, o registro será direcionado para a central de indenizações. A nota diz, ainda, que a Gol "lamenta pelo ocorrido" e que "tomará as medidas cabíveis".

Fonte: g1.globo.com