CIDADE

O coordenador estadual do Projeto “OAB Concilia”, Dr. Júlio César Fiorino Vicente, que participará da assembléia no dia 2
27/06/2014

OAB DE ITUVERAVA REALIZA ASSEMBLÉIA NA QUARTA-FEIRA


O evento será realizado na Casa do Advogado

A Subseção de Ituverava da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Ituverava realizará na próxima quarta-feira, 2 de julho, às 19h30, uma assembléia para discussão e votação do projeto “OAB Concilia”. O evento será na Casa do Advogado, e contará com a presença do advogado Júlio César Fiorino Vicente, que é coordenador estadual do projeto.

A assembléia é voltada aos advogados de Ituverava, Guará e Miguelópolis, que poderão tirar dúvidas, apresentar sugestões e críticas ao projeto, procedendo-se à votação após os esclarecimentos.

O Projeto “OAB Concilia” surgiu na Comarca de Pindamonhangaba com o objetivo de proporcionar maior agilidade nos conflitos judiciais, por meio da implementação de métodos alternativos de solução.

Evento
O presidente da OAB de Ituverava, Alcides Barbosa Garcia, falou sobre o evento. “Espertamos receber todos os advogados na assembléia, quando vamos discutir e votar este importante projeto, que vai dar celeridade na resolução de conflitos. Também devem comparecer juízes e diretores de cartório das comarcas de Ituverava, Guará e Miguelópolis, pois o sucesso do projeto ‘OAB Concilia’ pressupõe colaboração constante entre advocacia e Judiciário”, afirma.

“Todos ganham com essa iniciativa: advogados, Judiciário, e especialmente os cidadãos que buscam uma rápida resolução para seus problemas, já que, por exemplo, um divórcio poderá ser realizado e homologado em até 24 horas após a conciliação na Casa do Advogado”, destaca.

Segundo o vice-presidente da OAB de Ituverava, Gustavo Betini, o ‘OAB Concilia’ é um projeto inovador. “Ele está referendado pelo Conselho Superior da Magistratura, além de constituir projeto complementar que pode coexistir perfeitamente com os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), previstos na Resolução nº 125 do Conselho Nacional de Justiça”, finaliza Betini.