O advogado e estudioso espírita, Genildo Lacerda CavalcanteSexta-feira, dia 5 de setembro, o advogado e estudioso espírita, Genildo Lacerda Cavalcante proferiu palestra no Centro Espírita “Emmanuel”, na cidade de Aramina. O tema abordado foi "Os conflitos da vida e a súplica de um juiz: não me bata, abrace-me!".
Em nota enviada à redação da Tribuna de Ituverava, Cavalcante falou sobre o tema abordado. "Os conflitos da vida vem ganhando contornos incalculáveis. Os embates nos lares são de uma dimensão sem limites, portanto é preciso se ater e compreender que a vida muda as situações de repente; hoje estamos com saúde, amanhã necessitamos da mão amiga e para isso se faz necessário esparramar a semente do bem. Não podemos vagar sem rumo, e acreditar que é preciso ser hoje melhor do que ontem e amanhã melhor do que hoje", explica.
Cavalcanti citou a iluminada Madre Tereza de Calcutá que, numa rua de Londres, ao avistar um homem sentado na sargeta, aproximou-se, estendeu–lhe a mão e, percebendo que ele estava muito frágil pediu: "eu posso lhe dar um abraço?". Ele concordou e depois de receber o abraço, o homem olha a Madre, com os olhos marejados e quase sem voz disse: "Foi Deus que mandou a senhora aqui. Faz mais de dois anos que eu não sei o que é um aperto de mão, o que é um abraço".
Um magistrado
Ao final, o estudioso narrou, emocionado, a trajetória de um magistrado de San Francisco (EUA) que, observando que mandar bandidos para a cadeia não estava dando os resutaldos que ele queria, largou tudo e foi abraçar as pessoas em todo pais, Leonard, que estava num hospital de doentes terminais, o doente se emocionou tanto que, pela primeira vez, em vinte e três anos, sorriu e foi aplaudido por cinqüenta doentes que estavam naquela ala.
Finalizando a palestra, Cavalcante falou sobre a importância do amor na vida das pessoas. “Foi uma explanação muito boa, pois mostrou que quando se ama, quando se acredita em Deus, quando nossa vida também é voltada para busca dos valores espirituais, servindo e ajudando quem necessita, não há conflito que afaste nossa luz de fazer o bem”, concluiu Cavalcante.