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O presidente da AEAAI, Adauto Barbosa de Matos
26/12/2014

AEAAI DESTACA IMPORTÂNCIA DA ACESSIBILIDADE EM CONSTRUÇÕES




A acessibilidade é um direito de todos os cidadãos, independente de sua estatura, idade ou tipo de deficiência, e deve ser oferecida de forma adequada, segura e autônoma. Tornar um espaço acessível aos deficientes é uma preocupação cada vez mais constante em todo o mundo, e no Brasil não é diferente.

Dados do último Censo Demográfico, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que mais de 45,6 milhões de pessoas apresentam algum tipo de deficiência, totalizando 23,9% da população do país. Neste índice estão incluídas as deficiências visual, auditiva, mental e motora, de acordo com seus graus de severidade.

O mercado da construção civil, por exemplo, passou por uma série de alterações e os novos empreendimentos continuam sendo adaptados à nova realidade. Os projetos arquitetônicos e de engenharia devem conter itens básicos que permitam a acessibilidade e a mobilidade de quem precisa.

Rampas de acesso
Pensando nisso, os projetos vislumbram rampas de acesso, portas em tamanhos maiores, banheiros adaptados, piso tátil, elevadores com teclas para deficientes visuais, entre outros itens. Tais exigências estão previstas em legislações específicas, como a NBR de “Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos” (9050/2004), da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

“Todos os espaços que vierem a ser projetados, construídos, montados ou implantados, bem como reformas e ampliações, devem atender ao disposto da norma”, especifica a legislação, indicando que a acessibilidade deve constar em todas as obras de uso coletivo, excluindo as residências unifamiliares.

Referencia
Essas normas servem como referência, mas não são uma obrigação. “No entanto os projetistas e empreendedores estão habituados às exigências e procuram respeitá-las”, afirma o presidente da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Ituverava (AEAAI), Adauto Barbosa de Matos.

“Os profissionais buscam uma postura politicamente correta, respeitando esse público e tornando-se sensíveis às suas necessidades”, ressalta.