O jornalista José Luiz Alves Cassiano, o Cel. Cláudio Manoel Romeiro Júnior, o neto Pedro Henrique Romeiro Barbosa e o historiador Celso Barbosa SandovalEsteve em Ituverava na última terça-feira, 3 de fevereiro, Cláudio Manoel Romeiro Junior, 72 anos, que nasceu na cidade e filho de Cláudio Manoel Romeiro, que atou como promotor de Justiça em Ituverava na década de 40, e de Maria da Conceição Scordino Romeiro, sobrinha do monsenhor João Rulli, padre que desenvolveu relevantes trabalhos no município, inclusive foi um dos fundadores da Santa Casa de Misericórdia.
Acompanhado pelo neto Pedro Henrique Romeiro Barbosa, Romeiro Junior foi recebido na redação da Tribuna de Ituverava, pelo diretor do semanário, o jornalista José Luiz Alves Cassiano, que convidou o historiador Celso Barbosa Sandoval para conhecê-lo.
Romeiro Junior falou sobre a sua família e trajetória. “Nasci em 1942 e saí de Ituverava ainda muito pequeno, quando o meu pai foi promovido para Franca, depois de ter trabalhado na cidade por muitos anos”, explica.
“Em Franca estudei e prestei o vestibular para a Escola de Oficiais da Força Pública, onde fui aprovado. Trabalhei como policial militar até 1992, quando me aposentei com a patente de coronel no 13° Agrupamento do Corpo de Bombeiros de São Jose do Rio Preto”, ressalta.
Romeiro também se dedicou a outras áreas de atuação. “Formei em Direito pela Faculdade de Direito Riopretense e depois em Administração de Empresas. Tenho pós-graduação em Mercado de Capitais e hoje atuo como agropecuarista na região de Votuporanga, além de ser proprietário de um loteamento”, enfatiza.
Família
Ele, que reside em São José do Rio Preto, é filho de Cláudio Manoel Romeiro, que foi promotor em Ituverava nos anos 40 e faleceu em 1963, e de Maria da Conceição Scordino Romeiro, falecida em 1983. São seus irmãos, Sílvio Romeiro, Maria de Lourdes Romeiro e Hélio Romeiro, todos nascidos em Ituverava. A família do pai é oriunda de Pindamonhangaba, onde é tradicional.
O Coronel d reserva é casado com Agda Dazzi Romeiro e tem os filhos Cláudio Luiz Romeiro, que é engenheiro; Silvelena Romeiro, que é veterinária, e Heloísa Romeiro, psicóloga.
Coronel da Reserva fala de suas impressões sobre Ituverava
Esta foi a segunda vez que Cláudio Manoel Romeiro Júnior esteve na cidade. A primeira foi quando o monsenhor João Rulli faleceu, em 17 de junho de 1955. “Agora eu estava indo a Franca junto ao meu neto para visitar familiares, e pedi para que ele passasse por Ituverava, para fazer uma visita à cidade onde nasci”, explica.
“A cidade é muito progressista, limpa, bem cuidada e organizada. Parabenizo o prefeito, pois encontrar um município dessa forma não é fácil”, completa.
O historiador Celso Barbosa Sandoval relembrou o período em que a família Romeiro residia em Ituverava. “Foi uma época muito difícil para desempenhar o papel de promotor de Justiça, e Cláudio Manoel Romeiro fez com muita competência”, diz.
“Lembro que do Dr. Cláudio Romeiro era muito amigo de Paschoal Amendola, Paschoal Lorechio e capitão Maximino de Paula. Recordo também que ele residia na Rua Capitão Antônio Ribeiro dos Santos, em frente ao Calçados Quatrini”, finaliza Sandoval.
O funcionário municipal aposentado Antônio Ferreira da Silva (Bicudo) 80 anos”, também se recorda da família na cidade. “Além da esposa ser sobrinha do Monsenhor João Rulli, eles eram muitos amigos e estavam sempre juntos. Sua esposa era muito caridosa, e no inverno sempre doava cobertores para aos mais necessitados”, relembra Bicudo.