GERAL

Associados do sindicato e produtores participaram do Rancho do crédito rural
31/05/2015

SEBRAE REÚNE MICRO E PEQUENOS PRODUTORES NO SINDICATO RURAL


Os participantes puderam esclarecer dúvidas, além de ter acesso a informações das linhas de crédito do mercado

Uma iniciativa do Sindicato Rural, o Sebrae reuniu na última quarta-feira, dia 27, no Sindicato Rural de Ituverava, micros, pequenos e médios produtores rurais da região para o “Rancho de Crédito Rural”.

O Rancho tem como objetivo esclarecer alguns mitos e possibilitar aos produtores acesso à linhas de créditos para que possam investir em seus negócios, além de dar oportunidade para tirar dúvidas com os técnicos dos próprios bancos.

O presidente do Sindicato, Gustavo Ribeiro Rocha Chavaglia recebeu associados do Sindicato Rural, produtores, o secretário da Agropecuária e Meio Ambiente, Edson Barbosa Domiciano e o diretor da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) de Orlândia, Luís Gustavo Lopes, representando o secretário executivo Fernando Penteado. Também estiveram presentes representando o Sebrae São Paulo, regional Franca, a consultora de agronegócio Simone Goldman Bastistic e o Gestor de agronegócio Evernon Reigada. No início dos trabalhos foi servido um café da manhã.

Após as apresentações, os representantes dos bancos, Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Federal, tiraram duvidas sobre a concessão de crédito.

Segundo o presidente do Sindicato Rural de Ituverava, fala sobre suas atribuições. “É procurar atender todos produtores rurais, independente do tamanho, firmando parcerias com todos os segmentos, seja na área de crédito, pesquisa, assessoraria, insumos e capacitação. A proposta é dar condições de crescimento e sustentabilidade ao produtor, através da informação sobre linhas de crédito disponíveis no mercado, além do gerenciamento da propriedade rural”, observa Chavaglia.

Sebrae
A consultora de agronegócio do Sebrae falou sobre o evento. “É momento de quebrar tabus, de aproximar o produtor, para que eles vejam que existe a possibilidade. Atendemos em Ituverava, e regularmente estamos aqui no Sindicato Rural e nas CATIS. Realizamos trabalho com o produtor rural na parte de gestão, e o foco do SEBRAE é na gestão, no acesso ao mercado e nas tecnologias”, afirma Simome.

Ainda segundo ela, “a CATI e Casa da agricultura de Ituverava normalmente elaboram os projetos de crédito, então sugerimos que quem não esteve presente procure a CATI, até porque o micro e pequeno produtor, que produzem até R$ 360 mil, que é a Agricultura Familiar, tem acesso ao Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).

Agradeço a oportunidade por estar divulgando estas oportunidades”, conclui.

O papel do CATI
O diretor do CATI proferiu palestra discorrendo sobre o papel da Coordenadoria como facilitador de linhas de créditos para os micros e pequenos produtores. Os participantes receberam um kit com o conteúdo da palestra.

“A CATI é o órgão de extensão rural do Estado de São Paulo, que existe há mais de 40 anos, e nossa missão é ajudar o produtor com informações a acesso a linhas de crédito, e qual a mais apropriada em determinadas situações. Pode ser que ele tenha conhecimento de determinada linha, mas não a melhor situação naquele momento. Então nós, como extensionistas rurais exercemos esse papel fundamental, que é o crédito direcionado, e indicar qual o melhor para determinado produtor. Na região de Orlândia nós atendemos 12 municípios, e o produtor deve procurar a Casa da Agricultura da sua cidade para se informar sobre as melhores condições do momento para financiamento de equipamentos, e nós vamos analisar em qual linha ele se enquadra”, observa Lopes.

“O próximo passo é a elaboração do projeto, que também podemos fazer, nas linhas Pró-trator, Pró-emplemento, Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) para produtores menores. Existe uma vasta gama de possibilidades de projetos que podemos elaborar. O produtor rural não precisa ser associado a nenhuma entidade, pode ser pessoa física, ou jurídica. Esse evento em Ituverava foi realmente muito importante para aproximar o produtor, pois em alguns casos falta informação, e ele deixa de acessar um crédito ou investir por não saber que existe essa possibilidade, e perde a oportunidade, depois fica muito mais difícil”, completa o diretor da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) de Orlândia, Luís Gustavo Lopes.