ECONOMIA

Vendas do Dia das Crianças caem
18/10/2015

PESQUISA DO SPC MOSTRA QUE VENDAS CAIRAM NO DIA DA CRIANÇA


Consultas para vendas a prazo realizadas na semana anterior ao feriado, caíram 8,95% em relação ao mesmo período do ano passado

O comércio varejista registrou o pior resultado dos últimos seis anos no Dia da Criança. As consultas para vendas à prazo realizadas na semana anterior ao feriado, entre os dias 5 e 11 de outubro, caíram 8,95% em relação ao mesmo período do ano passado, informa a pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).

É o segundo ano de queda. Em 2014, o volume de vendas havia caído 1,50% em relação a 2013. Com isso, o recuo acumulado nos últimos dois anos já chega a 10,32%.

O resultado do Dia da Criança é considerado uma tendência para as vendas do final de ano por ser a última data comemorativa antes do Natal.

O presidente da CNDL, Honório Pinheiro, diz que o resultado é consequência da redução do poder de compra devido à dificuldade de acesso ao crédito, ao juro mais elevado e à inflação alta. "Os consumidores estão mais preocupados em não comprometer o próprio orçamento com compras parceladas, por isso optaram por presentes mais baratos e pelo pagamento à vista", diz Pinheiro.

Em baixa
Segundo a pesquisa, as consultas para vendas a prazo do Dia da Criança repetiram o comportamento de baixa das demais datas comemorativas neste ano. As vendas parceladas caíram 7,82% no Dia dos Namorados, 4,93% na Páscoa, 0,59% no Dia das Mães e 11,2% no Dia dos Pais.

Os presentes preferidos pelos consumidores em 2015 teriam sido bonecas, roupas, aviões, carrinhos de brinquedo e jogos educativos, de acordo com o levantamento.

O cálculo de vendas a prazo é baseado no volume de consultas realizadas junto ao banco de dados do SPC e tem abrangência nacional.

O Brasil é uma Nau sem rumo
O Brasil registrou 4 milhões de empresas inadimplentes, mais da metade das 7,9 milhões de empresas em operação, segundo critérios da Serasa Experian. As vendas do comércio em queda, o desemprego é o maior dos últimos tempos, os salários corroídos pela inflação.

O Brasil tem uma das mais altas tributárias do mundo, que sufoca as empresas e penaliza a população, e os atuais “desgovernantes” do país ainda querem aumentar os impostos com a cobrança da CPMF, em momento de uma crise sem precedentes.

A crise se aprofunda, e mesmo com todos estes, e outros, problemas que afetam a vida do brasileiro, ao que tudo indica o país continuará a ser governado, ou desgovernado, por Dilma Rousseff e o ex-presidente em exercício, Lula, pelo presidente do senado, Renan Calheiros e pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

Com esse comando, o país é uma nação sem rumo que vai não se sabe para onde, e com uma tripulação sem esperança e abatida. Mas apesar da índole pacífica, uma hora o brasileiro pode se rebelar e mostrar sua fibra, pois não mais vai aceitar ser mero joguete de políticos que só pensam em seus interesses pessoais e se enriquecer (a Operação Lava Jato está comprovando) e não vai suportar ser apenas um mero detalhe, como eles consideram o povo.