Faltando apenas quatro etapas para a final da temporada de Fórmula 1 2015, a competição já tem um favorito ao título, que pode ser conhecido amanhã, dia 25, na 16ª etapa da temporada, o Grande Prêmio de Austin, nos Estados Unidos.
Líder da temporada, o piloto britânico Lewis Hamilton, da Mercedes, venceu com tranqüilidade o GP da Rússia, no dia 11 de outubro, em Sochi. A vitória combinado aos resultados dos seus principais concorrentes deixou o piloto britânico praticamente com o seu terceiro título mundial assegurado, mas ele garante que nada mudou.
Nesta semana, o inglês rejeitou qualquer euforia pela possibilidade de ser campeão amanhã, garantindo que não vai mudar seu comportamento na pista, pois nada está assegurado.
"Eu aprendi com a experiência que nada está feito até que esteja feito nesse esporte, por isso não vou tomar nada como garantido. Estou indo para essa corrida com a mesma motivação que tive todo o ano. Há quatro corridas restantes para conseguir assegurar este campeonato e enquanto eu não cruzar a linha de chegada em Abu Dabi, nada está decidido. Isso é o que importa", disse.
Título antecipado
Faltando quatro provas para o fim do campeonato e, portanto, cem pontos em disputa, Hamilton lidera o Mundial de Pilotos com 302 pontos e uma vantagem de 66 para Sebastian Vettel e de 73 para Nico Rosberg. Assim, amanhã, ele precisará somar nove pontos a mais do que Vettel e dois a mais do que Rosberg para sacramentar antecipadamente a conquista do seu terceiro título mundial, sendo o segundo consecutivo.
Quem está empolgado com o circuito, é o piloto Felipe Massa. Segundo o brasileiro da Williams, a pista favorece as ultrapassagens desde a primeira curva, sendo esta a razão pela qual os pilotos gostam de guiar no circuito texano.
“O circuito é muito divertido para pilotar, com muitas curvas rápidas. O primeiro setor é incrível, levando para uma longa reta com a oportunidade de ultrapassagens. A primeira curva é especial – a mudança de elevação é incrível e o espaço disponível significa que é um ótimo lugar para ultrapassar e é difícil para se defender”, analisou o paulista de 34 anos.