Yohansson Nascimento e Petrúcio Ferreira comemoram. Atletismo é outra fonte de medalhaFaltando apenas um dia para o fim dos Jogos Paralímpicos de 2016, considerado o maior evento esportivo envolvendo atletas com deficiências físicas e mentais do mundo, já dá para dizer que o Brasil fez história no Rio de Janeiro.
Na noite de quarta-feira, dia 14, o país ultrapassou o maior número de medalhas em uma mesma edição de Paralimpíada. Até o fechamento desta edição haviam sido 53 (10 de ouro, 25 de prata e 18 de bronze), superando o recorde anterior, de 47 medalhas, obtida em Pequim 2008.
Assim como naquela edição dos jogos, atletismo e natação são os carros-chefes da equipe brasileira. Juntas, as duas modalidades conquistaram 41 medalhas (26 do atletismo e 15 da natação). Os Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro terminam amanhã, dia 18 de setembro.
A 53ª medalha na Rio 2016 coube ao atletismo. O brasileiro Daniel Silva conquistou a medalha de bronze, com o tempo de 23s04. Essa foi a segunda medalha dele, a outra foi uma de ouro no revezamento 4x100 rasos T11-T13, com direito a recorde paralímpico na ocasião.
Apesar da menor quantidade de ouros, o Brasil ocupa no momento a 7ª colocação no ranking (até sexta-feira, às 12h) duas posições atrás da meta que foi estipulada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). O Brasil conta na Rio 2016 com a maior delegação de sua história, 288 atletas.
As quatro primeiras colocadas até então são as superpotências paralímpicas China, Grã-Bretanha, Ucrânia e Estados Unidos.
Jogos Olímpicos
Nos Jogos Olímpicos, disputados em agosto do Rio, a delegação brasileira também bateu o recorde de medalhas. Foram sete de ouro, seis de prata e seis de bronze, totalizando 19 pódios. A marca anterior era de 17 medalhas, em Londres 2012.
A meta estabelecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), de terminar a Rio 2016 entre os 10 países com o maior número de medalhas, no entanto, não foi alcançada. O país terminou na 13ª colocação.