Até poucos anos, quem contratasse Vanderlei Luxemburgo, Joel Santana, Oswaldo de Oliveira, entre outros, mais do que contratar um técnico, estava levando ao clube uma grife e a certeza de que bons resultados estavam por vir. Hoje, os experientes treinadores sofrem desdém, são chamados de “dinossauros”, antiquados e rejeitados pela maioria dos dirigentes e torcedores. Quem dita o ritmo do futebol brasileiro para 2017 é uma nova geração.
Nesta segunda-feira, o Vitória descartou a possibilidade de contratar Luxemburgo, de 64 anos. A Chapecoense, em meio a tragédia com o avião da equipe, preferiu contratar e pagar por Vagner Mancini, 50, do que acertar com Levir Culpi, 63, demitido do Fluminense, que se ofereceu para trabalhar de graça.
Fonte: estadao.com.br