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11/01/2017

CÂMARA DE FRANCA DERRUBA VETO E PEDE VOLTA DO PROERD ÀS ESCOLAS




Promovido pela Polícia Militar, o programa de educação preventiva ao uso de drogas foi descartado pelo governo de Alexandre, em 2013, sob a alegação de que atrapalhava a grade curricular.



Tenente da reserva da PM, Della Motta disse que, em 2012, último ano de funcionamento, o Proerd ajudou a evitar que 3,9 mil alunos da rede municipal se tornassem usuários de drogas. “A Polícia Militar fornece esta prestação de serviço essencial para os alunos, mas perdemos o projeto por conta da irresponsabilidade do gestor. Foi um descabimento o que aconteceu. A cada ano, pelo menos 2 mil alunos foram prejudicados.”



O vereador disse que, além da prevenção, o programa aproxima o policial das crianças e adolescentes. “A presença do policial na escola gera segurança. Infelizmente, o município descartou isso. Espero que o Gilson corrija o erro cometido pelo governo anterior.”



Apesar da iniciativa, Della Motta acredita ser difícil o programa voltar à rede ainda este ano, pois escolas particulares e Prefeituras da região requisitaram que o Proerd fosse realizado em suas unidades.



Veto derrubado

Os vereadores derrubaram o veto que Alexandre Ferreira havia proposto a projeto de autoria do ex-vereador Márcio do Flórida (PDT), que visava a autorizar o oficial de justiça a utilizar de veículo, ainda que não esteja em seu nome, para estacioná-lo em vagas preferenciais. A proposta havia sido aprovada em novembro passado. “O projeto só foi vetado porque o Márcio era da oposição”, disse o presidente Marco Garcia (PPS).



Integrante da Comissão de Legislação, Justiça e Redação, o vereador Corrêa Neves Júnior (PSD) lembrou que a Comissão deu parecer favorável ao projeto e defendeu a derrubada do veto. “Não há vício de iniciativa. O que aconteceu foi um ato de perseguição do ex-prefeito. O projeto havia sido aprovado pela maioria do plenário. Precisamos respeitar o legado da legislatura anterior e derrubar o veto.”



O veto do ex-prefeito foi derrubado por 14 votos a zero. O presidente só votaria em caso de empate.

Fonte: gcn.net.br