Laboratório do curso de Engenharia da FFCL, onde serão desenvolvidos projetos em parceria com a PrefeituraOutro convênio assinado é para o aproveitamento dos resíduos da construção civil para a utilização em pavimentação e habitação para a população de baixa renda.
O projeto funcionará da seguinte forma: os alunos do curso de Engenharia Civil da FFCL utilizarão os resíduos da construção civil do município passíveis de reciclagens para fabricar materiais utilizáveis na pavimentação e habitações para a população de baixa renda.
O objetivo, segundo a FFCL, é permitir ao aluno entendimento do processo de reciclagem da construção civil e as possibilidades de sua utilização, também como firma de diminuir o impacto ambiental.
“A ideia é recolher resíduos de construções urbanas, triturá-los com a uma máquina que pertence ao Comam, que virá constantemente à Ituverava. Esses resíduos serão levados ao laboratório de Engenharia Civil da FFCL, onde os blocos serão fabricados e encaminhados para a construção de residências para a população de baixa renda”, explica o diretor da FFCL, Antônio Luís de Oliveira (“Toca”).
Casas Sustentáveis
De acordo com o secretário municipal do Meio Ambiente, Alberto de Faria Pereira, construir casas – chamadas de sustentáveis – é uma oportunidade de contribuir com a população mais carente e, ao mesmo tempo, atender a demanda do município para que possa receber o Selo Município VerdeAzul, concedido às cidades ambientalmente comprometidas.
“Será realizado um mapeamento em toda a cidade para que possamos recolher os resíduos que serão utilizados na confecção dos blocos. Eles serão feitos por alunos da FFCL e, em seguida, buscaremos parcerias para que as residências possam ser construídas. É algo muito bom para o município e também para a FFCL, pois os alunos sairão com muita experiência”, completa o secretário Alberto de Faria Pereira.
Durante o encontro, também foi relatada a importância de a Prefeitura e a FE discutirem a implantação de uma incubadora de empresas em Ituverava. A ideia é fazer um modelo parecido com o que existe em Ribeirão Preto, que funciona por meio de parceria entre a Prefeitura e a USP.
O intuito é agrupar várias empresas em um mesmo local e fornecer a elas as ferramentas e soluções para a criação, desenvolvimento e aprimoramento de negócios, no que se refere aos aspectos tecnológicos, gerenciais, mercadológicos e de recursos humanos. O assunto voltará a ser discutido em próximos encontros entre representantes da FE e do Poder Público.