Adolfo Medina BuckerEsse jornal publicou há um tampo atrás, uma boa reportagem sobre as barreiras que o pedágio produz, em prejuízo de Ituverava e Guará.
Aproveitamos a oportunidade para retornar ao assunto, chamando atenção do poder legislativo e principalmente do executivo, sobre os malefícios e as barreiras, que o “pedágio” causa a ITUVERAVA e GUARÁ.
Ainda agora, início do mês de Julho, somos comunicados de um novo aumento, ou seja: ida e volta de Ituverava a Guara, vai custar R$.26,20. Uma verdadeira extorsão!Sabemos que vão argumentar: Tem a estrada vicinal, que não paga nada. Não é verdade! Muitos já perderam suas vidas ao usá-la. Qual a dimensão desse custo?
Tem mais! As estradas vicinais foram idealizadas, num grande projeto do saudoso Governo Montoro. Elas foram projetadas e construídas, com intuito de ajudar no transporte rural, principalmente, para transportar com segurança e rapidez as safras agrícolas, do campo para as cidades.
Na verdade, quando os Municípios colocam “pedágios” nas estradas vicinais, que é proibido, não está defendendo os interesses dos “MUNÍCIPES”, mas sim os interesses das empresas administradoras e concessionárias das estradas estaduais.
Falemos do nosso pedágio. Ele foi instalado em local impróprio. A princípio ele foi projetado para ser instalado na divisa de São Paulo com Minas Gerais, próximo ao Rio Grande. Se lá estivesse, o nosso pedágio não estaria neste local, mas estaria instalado próximo ao cruzamento das estradas Anhanguera com a estrada de Franca a Barretos.
Sugestões: Primeira: A concessionária construir um pedágio próprio, para uso dos veículos com placa de Ituverava e Guará, cobrando um preço justo, que não exclui barreiras. Segunda: A concessionária construir o pedágio na entrada do Estado de São Paulo, ou seja, no Rio Grande, com cobrança somente para a entrada de veículos, sem cobrança para a saída do Estado, porque inclusive, há um pedágio, logo após a ponte, com destino a Uberaba. Essa segunda opção consideramos melhor para as concessionárias, pois evitaria desvios por Buritizal e Miguelópolis.
Perguntamos: Quais outras barreiras seriam eliminadas: A comunicação entre os dois Municípios, sem custos; Uma maior possibilidade de instalação de empresas industriais e comerciais em Ituverava.
Adolfo Medina Bucker