VARIEDADES - CAPA

O seriado pretende mostrar com muita irreverência os dramas e as alegrias da administração de uma cidade
27/09/2013

EDIÇÃO 3048- VARIEDADES


A mulher do prefeito

A partir do dia 04 de outubro, logo depois do “Globo Repórter”, a Globo pretende estrear o seriado “A Mulher do Prefeito” tendo Tony Ramos, Denise Fraga, Malu Galli e Felipe Abib como protagonistas.

A história se passa na fictícia cidade de Pitangá e contará a saga de uma mulher simples que, de repente, se vê com o destino de várias pessoas em suas mãos.

“‘A Mulher do Prefeito’ é uma comédia divertida e romântica, com uma trama excelente, grandes personagens e questões bastante atuais e interessantes”, define o diretor de núcleo Maurício Farias. “Estamos contando uma história de amor com a política como pano de fundo, embalada pelo melhor da comédia. O público vai rir, refletir e, ao final, se emocionar”, complementa o diretor-geral Luiz Villaça.

O prefeito de Pitanguá, Reinaldo Rangel (Tony Ramos), é um homem vaidoso. Não foi à toa que inaugurou um grande estádio e o batizou com seu nome. Com a construção do “Pitangão”, como o estádio ficou popularmente conhecido, Reinaldo esperava colocar Pitanguá no roteiro dos eventos internacionais. Só que, para realizar essa grandiosa obra, ele acabou usando a verba destinada à construção de casas populares e foi descoberto pela Justiça.

Minutos antes de oficializar a inauguração do estádio, o prefeito é avisado de que será preso. E, assim, no meio de campo, após dar o pontapé inicial da partida inaugural, Reinaldo forja um mal súbito. A esposa, Aurora (Denise Fraga), chega ao estádio no momento em que ele sai de ambulância. No caminho para o hospital, Reinaldo revela seu plano de evitar a cadeia e garantir a prisão domiciliar. Com um atestado, ele promete que, durante o período de investigação, ficará em casa. E é de lá que vai tentar manter a execução dos seus planos e compromissos políticos.

Diante da prisão do prefeito, em uma reunião com o empresariado de Pitanguá, Reinaldo convence a todos que a única saída é Aurora assumir a prefeitura. E espera o momento certo para comunicá-la sobre a decisão, em uma conversa de casal, na intimidade do lar. “Não sirvo”, é a primeira reação de Aurora. Mas ele usa um discurso emocionado, recheado de argumentos como senso de Justiça, compromisso com o povo e o amor pelo marido. É assim que Aurora abre mão da sua vida como adestradora de animais, mãe e dona de casa para assumir um cargo político.