VARIEDADES - CAPA

Trama escrita por Benedito Ruy Barbosa estreia na próxima segunda-feira
11/03/2016

VARIEDADES - CAPA


Velho Chico um Rio de Amor

Nesta segunda-feira, na faixa nobre do horário de novelas, a Globo está prometendo mostrar uma grande história de amor que atravessará gerações, além disso, “Velho Chico” narra um amor maior pelo rio São Francisco, pelo Brasil e pela natureza. O destaque será a saga de Maria Tereza (Isabella Aguiar/Julia Dallavia/Camila Pitanga) e Santo (Rogerinho Costa/Renato Góes/Domingos Montagner).

Escrita por Benedito Ruy Barbosa, a trama é uma jornada pelo Brasil. “É um reencontro com a brasilidade, com a história do nosso país e de sua gente, dos amores puros e dos desencontros, uma declaração de amor à nossa terra, contada com uma emoção brasileira, nossa! Um romance que começa na década de 1960 e desemboca numa atualidade cercada de contradições. Uma novela de amor, mas também emoldurada por uma crítica social”, destaca Luiz Fernando Carvalho, diretor da trama.

Um pouco da história
A história de “Velho Chico” começa em 1968, na fictícia cidade de Grotas de São Francisco. O velho Coronel Jacinto (Tarcísio Meira) é um patriarca. Rico e ignorante, ele é dono de quase tudo na cidadezinha. Nem por isso deixa de cobiçar um pequeno, mas rico e fértil, pedaço de terra de uma família vizinha, a fazenda Piatã, do Capitão Rosa (Rodrigo Lombardi). A disputa por esse pedaço de chão é o estopim para a guerra que acaba atravessando gerações.

Jacinto, também de Saruê, é casado com Encarnação (Selma Egrei). Marcada pela dureza do tempo, ela carrega a sofreguidão de uma mulher que chora em silêncio a morte do primogênito, seu preferido, tragado pelas águas do Rio São Francisco. O único herdeiro do casal é Afrânio de Sá Ribeiro (Rodrigo Santoro/Antonio Fagundes), que, preterido pela mãe, foi estudar em uma Salvador culturalmente efervescente, no final da década de 1960, e formou-se em Direito, mas vive à custa do dinheiro do pai.

O jovem é apaixonado por Iolanda (Carol Castro/Christiane Torloni), cantora dos bares de Salvador. Na capital, Afrânio não tem ideia de como é a vida do pai na fazenda. Com a morte de Jacinto, ele é obrigado a enterrar também seus sonhos de liberdade, sua vida em Salvador e seu romance com Iolanda. O destino o coloca em um caminho sem volta, e torna se então o jovem Coronel Saruê.