Vitor Serrano Vedovato, Clodoaldo Luiz Vedovato e Maria Aparecida de Souza Serrano FlorêncioNome: Vitor Serrano Vedovato
Apelido: Serrano/Cabeludo
Data de Nascimento: 29 de setembro de 1999
Idade: 17 anos
Série/Ano: 2º AnodaEtec“Prof. José Ignácio
Azevedo Filho”
Nome dos pais: Clodoaldo Luiz Vedovato e
Maria Aparecida de Souza Serrano Florêncio
Signo: Libra ascendente em Escorpião, lua em Touro
Altura: 1,80 m
Peso: 59 kg
Cor preferida: Azul
Prato preferido: Macarrão sem tempero com carne moída
Esporte preferido: Natação
Livro preferido: Feliz ano velho (Marcelo
Rubens Paiva)
Filme preferido: As vantagens de ser invisível (Stephen Chbosky)
Qualidade: Sincero
Defeito: Indeciso
O que mais admira nas pessoas: A capacidade de apenas ouvir quando alguém necessita, sinceridade, mente aberta e ter o mínimo de senso empatia
O que mais detesta nas pessoas:Hipocrisia, preconceito em geral, tentar induzir os conceitos alheios embasados em fanatismo religioso mal interpretado Assunto preferido em roda de amigos: Abrangemos todos os gêneros, de jogos à política, passando por comida e religião
Música: Fragmentar e Saturno (Ana Muller)
Hobby: Ler, assistir séries,ouvir música, desenhar,
escrever e fotografar
Futura profissão: Psicanalista
Arte preferida: Noite estrelada (Van Gogh)
Melhor amiga: Samita Lourenço
Qual sua opinião sobre a política do país: Estamos vivendo um grande retrocesso político e temos por consequência vários problemas muito sérios nos órgãos públicos, em sua grande maioria, na minha opinião, precisamos de uma administração graduada, mas que funcionaráem conjunção com uma população com senso crítico apurado, pois a ignorância já nos “afundou” demais, e sem educação, saúde e vigor, não vamos conseguir nada.
Qual sua opinião sobre a economia do país: Se a política não está bem, a economia também não, há 3 meses citei que seria com educação e planejamento que encontraríamos a solução para essa crise na qual estamos, e agora, corremos o risco de ser retirado de nós, a solução não está na PEC 241, pois não é deixar alguém que acabem o pouco de direito que temos. A solução está em fechar ministérios de justificativa discutível, diminuir o número de deputados, e recebermos em retribuição os impostos que pagamos (que não são poucos) nas áreas de maior necessidade como educação e saúde, conforme garante a Constituição Federal.