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08/01/2010
No dia 31 de dezembro de 2009, por volta das 11h30, durante um patrulhamento no Alto da Estação, policiais militares avistaram quatro pessoas carregando sacos de açúcar nas costas e em bicicletas. Uma delas ao ver a viatura policial, fugiu em direção a rodovia Anhanguera, pulando cercas e muros. Três pessoas foram detidas.
Nos sacos havia açúcar granulado ainda não pronto para o consumo, com detritos e sujeiras. Questionados a respeito, informaram que pegaram quase cem quilos de açúcar próximo aos trilhos da antiga Estação Ferroviária. Entretanto, negaram que violaram o vagão graneleiro quer transportava o produto.
Percorrendo uma parte da ferrovia, os policiais encontraram montes de açúcar e lacres dos vagões rompidos. “Uma das pessoas que já tem antecedentes criminais por uso de entorpecente, informalmente, disse que o açúcar seria oferecido a uma padaria da cidade para a confecção de doces e roscas, porém não quis dizer qual seria o estabelecimento. Declarou ainda que alguns pecuaristas adquirem o produto para alimentar o gado”, explicou o comandante do 1º Pelotão de Polícia Militar de Ituverava, o tenente Márcio Alves Cardoso.
As pessoas que foram detidas, entre elas um adolescente, foram conduzidas ao plantão policial, onde foi registrada a ocorrência.
Atuaram nesta ocorrência o cabo Nilton César de Paula Silva e o soldado José Roberto dos Santos Pierazo.
Alerta
O fato não é exatamente um a novidade, pois a PM tinha conhecimento de furtos na linha ferroviária, principalmente, em vagões graneleiros, que transportam açúcar. “Os ladrões agem da seguinte forma: aguardam os trens já carregados pararem e percorrem os vagões quebrando os lacres e abrindo as escotilhas, que imediatamente começam a vazar o açúcar”, complementou Cardoso.
De acordo com o comandante, quando o maquinista vê a situação pára o trem e fecha as escotilhas; contudo, neste momento já escorreram muitos quilos de açúcar. O trem vai embora e os ladrões rastelam e ensacam o açúcar.
“A Polícia Militar orienta a todas as pessoas para não adquirirem produtos de origem duvidosa e no caso do açúcar é um produto impróprio para ser consumido”, concluiu tenente Cardoso.