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15/01/2010
Visitadora sanitária procura focos do mosquito: cinco notificações da doença em 2010
Uma morte por dengue hemorrágica foi registrada em Ribeirão Preto (a 100 quilômetros de Ituverava). A causa foi confirmada pelo Instituto Adolfo Lutz, de Ribeirão Preto. A vítima foi a vigilante Maria Auxiliadora Alves, 51 anos. De acordo com informações da imprensa de Ribeirão Preto, ela morava no bairro “Alexandre Balbo” e trabalhava como vigia em uma agência bancária na Vila Tibério.
A Secretaria Estadual da Saúde suspeita que Maria Auxiliadora tenha sido contaminada em Jardinópolis (a 28 quilômetros de Ribeirão Preto), onde a vítima passava os finais de semana com a família. A morte da vigilante foi notificada em um período de alta da doença na cidade. Só em novembro e dezembro foram 101 casos, o maior total desde 2005, ano em que Ribeirão Preto registrou a maior epidemia da década.
Este foi o terceiro óbito causado por dengue hemorrágica em Ribeirão Preto desde 1990. As outras duas mortes ocorreram em 2006. No ano passado, não houve mortes pela doença, mas o município registrou 1.551 casos de dengue clássica.
Cidade tem 5 notificações
da doença neste ano
Em Ituverava, até o momento, cinco modificações foram registradas pela Vigilância Epidemiológica. “Elas foram na primeira semana de janeiro; as amostras estão sendo analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz de Ribeirão Preto e aguardamos o resultado”, disse a profissional de Informação e Comunicação Camila Ribeiro Munduruca.
Segundo ela, os cuidados com a doença devem ser redobrados
“Especificamente neste caso, pois as pessoas vão muito a Ribeirão Preto, onde está circulando um vírus da doença diferente do que é combatido. Portanto, os cuidados devem ser redobrados ao agendar viagem àquela cidade”, complementou.
Enquanto isso, o trabalho de visitação de residências em Ituverava continua. “As equipes estão visitando as casas em determinados bairros da cidade, bem como, orientando o cidadão quanto ao procedimento correto para se evitar criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença”, acrescentou a coordenadora do Programa de Combate à Dengue, Dirce Cândida da Silva.