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06/04/2010

POLÍCIA DE UBERLÂNDIA OUVE TESTEMUNHAS NO CASO DO MÉDICO SUSPEITO DE PEDOFILIA

A polícia de Uberlândia (MG) ouviu nesta segunda-feira (5) mais duas testemunhas no inquérito que investiga o caso do médico Edimilson Belo Pereira, de 51 anos, suspeito de pedofilia.

O médico que fez mestrado e doutorado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão, foi condenado pela Justiça em 2003 a cumprir pena de 13 anos de prisão, pela acusação de atentado violento ao pudor contra uma enteada que na época tinha 14 anos.

Pereira foi preso na última quarta-feira (31) na casa dos pais no bairro Umuarama, em Uberlândia. Uma operação conjunta entre as polícias militar e civil foi montada após o surgimento de denúncias de que ele estaria abusando sexualmente de crianças do bairro. Duas CPUs, fotografias de adolescentes e um notebook foram apreendidos na casa dele. O material vai passar por perícia.

Nesta segunda, a Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto confirmou que Pereira foi chefe da Divisão de Informática da secretaria durante quatro anos, no período de 1992 a 1996. Desde 2006, ele trabalhava na área administrativa da Secretaria de Saúde de Uberlândia.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Helder Paulo Carneiro, três vítimas do médico na cidade já foram identificadas. Ele não possui ficha criminal no Estado de Minas Gerais e nega as relações com as menores. "O suspeito afirmou que não sabia da condenação no Estado de São Paulo e disse que era apenas amigo das crianças registradas no material recolhido", disse o delegado.

O médico está preso em uma cela especial do presídio Jacy Assis, em Uberlândia, e deve ser transferido nos próximos dias para o Centro de Detenção Provisória de Ribeirão Preto.

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