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21/05/2010
Radicada em Rio Claro, Cássia Regina Ferreira dos Santos fala sobre o floral Forget Me Not e o compara a Chico Xavier
Estresse, cansaço, ansiedade, medo... Tais distúrbios estão cada vez mais presentes da vida moderna, e que podem ser tratados através de uma nova ciência que, aos poucos, vem conquistando adeptos. Acreditando que determinadas flores têm propriedades vibracionais, ou seja, energéticas semelhantes à da alma humana em equilíbrio, o médico inglês Edward Bach deixou para o mundo, na primeira metade do século passado, 38 essências florais, indicadas para harmonizar as emoções humanas e, conseqüentemente, promover a saúde das pessoas.
Seguindo estes conhecimentos, pesquisadores florais de diferentes regiões do mundo continuam extraindo, de novas flores, as vibrações necessárias para curar inúmeros males. As essências florais sintetizam os fundamentos de uma nova medicina, criada por Dr. Bach, e tornam-se extremamente benéficas e eficazes na promoção da saúde, já que as doenças se originam, em grande parte, nas emoções mais profundas, que estão em desequilíbrio e mal resolvidas.
Finalidade da terapia floral é tratar distúrbios e sentimentos
A proposta da terapia floral é tratar distúrbios e sentimentos como pânico, solidão, insegurança, ciúme, problemas de relacionamento em casa ou no trabalho, além de angústia, depressão, desespero e crises em diferentes fases da vida (adolescência, idade adulta, menopausa e andropausa, terceira idade), problemas na infância, pesadelos, insônia, tabagismo, alcoolismo, drogas, dificuldades na escola e uma série de outros conflitos internos ou externos, que podem ser responsáveis por distúrbios físicos e mentais que afetam cada vez mais gente.
“A terapia floral é uma forma de tratamento através de essências de flores. Ela cura o ser humano de dentro para fora, propondo a unificação entre corpo e mente, deixando as emoções em harmonia. As essenciais florais podem ser usadas para aliviar efeitos traumáticos, irritação, acabar com ressentimentos, resgatar o prazer de viver, segurança, angústias, culpa, esgotamento físico, mental e espiritual”, explicou a terapeuta ituveravense Cássia Regina Ferreira dos Santos, radicada em Rio Claro.
Ela explica que os florais surgiram na Inglaterra, na década de 30. “No Brasil, os florais surgiram na década de 80, com os chamados florais de Minas e Saint Germain. Atualmente, existem florais em quase todos os países”, afirmou a terapeuta que, neste mês, terá uma pesquisa publicada pela Revista FES – Florais da California – nos Estados Unidos. Cássia obteve a Certificação do Floral da Califórnia, apresentando a tese sobre o floral Forget Me Not, comparando-o ao trabalho realizado pelo médium Chico Xavier. A revista publicará o trabalho, em comemoração ao centenário de nascimento do médium brasileiro.
“O floral Forget Me Not é administrado em pacientes que perderam um ente querido, tarefa que Chico Xavier fazia com maestria. Com suas cartas, ele dava o consolo e trabalhava a aceitação das pessoas”, ressaltou a terapeuta floral. “Chico amenizava a dor da separação dos dois mundos, tirando-nos o sentimento de solidão e aumentando nossa percepção para a conexão com membros de nossa verdadeira família humana. Ele foi o nosso grande consolador conscientizando-nos da imortalidade do nosso espírito e de que nunca estamos a sós”, comparou Cássia.
Ituveravense é uma dos 12 professores do Brasil a dar o curso dos florais da Califórnia
“A tese por mim defendida para a Certificação na Califórnia, me qualificou para ser uma entre os 12 professores do Brasil a ministrar o curso de florais da Califórnia em nosso país, outorgando aos alunos o certificado vindo diretamente dos EUA”, explica a terapeuta, que possui, em seu rol de pacientes, profissionais de todas as áreas, como dentistas, médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, professores, recursos humanos, fisioterapeutas, padres e pessoas voluntárias que desenvolvem trabalhos em comunidades carentes.
Ela explicou que escolheu o floral Forget Me Not (Miosotis, no Brasil), que tem a propriedade de amenizar a dor da separação, quando se perde um ente querido. “Com estas características, escolhi Francisco Cândido Xavier, por ser brasileiro, que tem as mais nobres características do ser humano. Os florais têm esse poder, de aliviar as pessoas que o procuravam por não conseguirem lidar com a perda. No livro sobre sua vida há, inclusive, uma frase que ele diz que quando vê uma ‘flor de miosotis’ não consegue conter as lágrimas. Estava tão sintonizado a essa energia que ele podia sentir os efeitos dela, sem saber nada sobre florais. Por isso, quis homenagear este homem caridoso e especial, que curou a dor e a fome de muita gente”, concluiu Cássia.
A terapeuta é graduada em Educação Física pela Unesp-Rio Claro, especialista em técnicas corporais pelo Centro Esportivo da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, Sportzentrum Der Technischen Universitat Munche-Germany. Tem vasta experiência em terapia floral desde 1991, tendo participando de inúmeros cursos e treinamentos com professores no Brasil e exterior. Atualmente, além do trabalho como terapeuta floral, é professora autorizada a dar cursos no Brasil dos florais de Bach (healingherbs-Inglaterra) e dos florais da California (FES-USA).
Cássia Regina Ferreira dos Santos, 45 anos, que é filha de Paulo Rodrigues dos Santos e Cléa Aparecida Ferreira dos Santos, é mais uma ituveravense que se destaca. Ela tem o filho Giovanni dos Santos Costa, 9 anos, e são seus irmãos Paulo de Tarso Ferreira dos Santos; Cleomara Ferreira dos Santos Rizieri, casada com Célio Witer Rizieri; Mauro Sérgio Ferreira dos Santos, casado com Clissie Athayde Martins Silva dos Santos e tem os sobrinhos Caio, Eduardo, Camilo, Júlia e Luísa.