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15/07/2010

DEPUTADO QUER FORTALECIMENTO DO SETOR AGRÍCOLA DA REGIÃO

Na redação da Tribuna de Ituverava, o deputado Barros Munhoz e sua comitiva foram recebidos pelo proprietário da empresa, o jornalista José Luiz Alves Cassiano

O deputado também elogiou os projetos elaborados pelo município. “Aqui [em Ituverava], o que não faltam são projetos para a cidade, o que fico muito feliz. Claro que contamos também com a prestimosa ajuda do meu assessor parlamentar, o Paulinho [Paulo Roberto de Freitas], que é de Ituverava. Porém, se o prefeito e a Câmara não cobram do Legislativo Estadual, não há como ajudar o município”, disse.

Munhoz também credita as conquistas ituveravenses às “reivindicações justas, e colocadas em pro-jetos bem formulados”, e diz que um de seus grandes projetos pessoais, em sua carreira política é o fortalecimento das áreas agrícolas, “A Alta Mogiana é uma delas. É mais fácil promover o desenvolvimento desta área, por exemplo, incentivando pequenos e médios agricultores, do que sofrer com os ‘inchaços’ dos grandes centros. É muito bom quando vejo cidades como Mococa, por exemplo, promovendo fóruns de desenvolvimento buscando o incentivo à atividade agrícola”, afirma Barros Munhoz, que foi ministro da Agricultura.

Política do pedágio deve ser revista
Durante a entrevista, o jornalista José Luiz Alves Cassiano, diretor da Tribuna de Ituverava, perguntou ao deputado Barros Munhoz sobre a possibilidade da transferência do pedágio instalado da Rodovia Anhangüera, entre Ituverava e Guará, para a divisa de São Paulo e Minas Gerais, próximo a Igarapava, pois desta maneira, quem sair ou entrar no Estado paga a tarifa.

A praça de pedágio entre Guará e Ituverava acaba “ilhando” economicamente o município e, conseqüentemente, a região que se estende até a barranca do Rio Grande, já que a tarifa é uma das mais caras do Estado. O fato torna a cobrança injusta, pois a distância entre Ituverava e Guará é 13 quilômetros, e paga-se uma absurda tarifa de R$ 9,35. Isso acaba se tornando uma barreira econômica entre os municípios, discriminando Ituverava.

´Sobre a questão dos pedágios, Barros Munhoz afirma que é uma questão que deve ser repensada. “Acho que toda a política do pedágio deve ser revista. Por exemplo, o pedágio de Jaguariúna onde o valor da taxa é R$ 8,20 para ir até Mogi Mirim – que são no máximo 20 quilômetros – e os mesmos R$ 8,20 para ir à cidade de Pinhal, que fica a uma distância maior e, tem também o problema de Ituverava e Guará levantado pelo Cassiano. Em minha opinião, isso é errado; é um problema que deve ser enfrentado e resolvido”, concluiu.

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