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06/12/2010
Veículos trafegam pela Av. Dr. Soares de Oliveira, no Centro de Ituverava: município arrecadou R$ 2.870 milhõesMotos e similares tiveram retração de 9,1% e automóveis em média 7%; segundo a Secretaria Estadual da Fazenda
O imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) no Estado de São Paulo ficará, em média, 7,2% mais barato no próximo ano, segundo a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. A tabela com os preços médios de venda de veículos automotores para cálculo do IPVA 2011 foi divulgada no dia 18 de novembro, pelo órgão.
Segundo a Secretaria, motos e similares a queda no valor foi de 9,1%. Para os automóveis, o preço médio ficou 7% menor em relação ao ano passado. Caminhões, ônibus e micro-ônibus terão diminuição de 5,8%, e os utilitários, de 5%. A queda no valor do imposto é explicada pela desvalorização dos veículos. Não houve alteração de alíquotas no imposto.
Os automóveis movidos à gasolina e bicombustíveis recolherão 4% sobre o valor venal; carros a álcool e gás pagam 3%; picape cabine dupla, 4%; utilitários (cabine simples), ônibus, micro-ônibus e motocicletas pagam 2% sobre o valor venal. Os caminhões recolhem 1,5%. Veículos com mais de 20 anos de fabricação são isentos.
O calendário de pagamento tem início em 11 de janeiro. A Fazenda prevê arrecadar R$ 9,5 bilhões com o IPVA em 2011. Deste total, 50% pertence aos municípios de registro dos veículos. Dados preliminares do IPVA 2010 mostram que a Fazenda arrecadou até outubro deste ano R$ 8 7 bilhões. A projeção do Fisco é fechar dezembro com o total de R$ 8,9 bilhões.
Ituverava
Ituverava tem uma frota cadastrada de aproximadamente 18.270 mil veículos. “A parte da arrecadação deste tributo destinada ao município foi de R$ 2.870.000,00, neste exercício”, explicou o diretor de Planejamento da Prefeitura, Mateus Scapim Cardoso.
O IPVA é distribuído meio a meio entre o Estado e o município onde o veículo está emplacado. “É bom lembrar que as alíquotas incidem sobre o valor venal do veículo e são estipuladas em conformidade com os estudos de cada Estado, ou seja, cada Estado pode cobrar valores maiores ou menores dos contribuintes”, ressaltou o diretor.