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13/03/2011
A tragédia que se abateu sobre o Japão, preocupou francanos que têm parentes no país atingido por um terremoto de 8,9 graus na escala Richter. A Polícia do Japão elevou neste sábado (12) para 637 o número de mortos.
O temor é que ocorram outros tremores. Por isso, moradores de Franca mantêm contato constante com parentes que estão em áreas de risco, sobretudo pela internet.
É o caso da advogada Gleice Dias Gomes, que fala o tempo todo com o irmão, que trabalha no Japão. Ele não vive na região atingida pelos tremores, mas afirmou que o país todo está em situação de risco.
O caso do estudante Fernando Oda, de 20 anos, que tem o pai no Japão, foi acordado com a notícia do tremor.
“Eu estava dormindo e uma amiga dele me ligou dizendo que estava tudo bem, que ele não corria risco. Até então eu não sabia de nada. Aí eu entrei na internet e assim que vi o terremoto, eu recebi uma mensagem dele dizendo que estava bem”, conta.
Fernando é filho de Mutsu Oda, de 62 anos, que há 20 anos mora em Tóquio. Ele disse que foram registrados tremores de menor intensidade durante todo a sexta-feira (11), e que o estado é de alerta permanente.
“Ele falou que por causa do tremor que pode vir, ele nem iria dormir. Como ele mora em apartamento, se acontecesse alguma cosia, ele sairia rápido.
Sétimo pior da história
O tremor foi o 7º pior na história, segundo a agência americana, e também o pior já registrado no Japão.
Houve um alerta de tsunami para diversos países da costa do Oceano Pacífico, mas a chegada das ondas a estes locais causou apenas danos menores, e o alerta foi cancelado. Milhares de moradores foram retirados por precaução.