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18/03/2011

CARTEIROS INICIAM PARALISAÇÃO EM PAULÍNIA

Carteiros dizem que situação se agravou no final do ano passado

Categoria alega que seriam necessários mais 12 funcionários para compor quadro na cidade; Ribeirão registra atraso na correspondência

Os funcionários dos Correios e Telegráfos de Paulínia, região Metropolitana de Campinas, iniciaram uma paralisação na manhã desta quarta-feira (16/03). O movimento reinvidica melhores condições de trabalho.

O movimento aponta que a categoria hoje conta 23 funcionários contra os 35 necessários para atender toda a cidade. A falta de carteiros está afetando, de acordo com informações do Sindicato da categoria, a entrega de correspondendia, que vem se acumulando. A situação, ainda de acordo com o Sindicato, se agravou no ano passado quando passaram a entregar as contas de água na cidade, sem que fosse feita nenhuma contração.

Ribeirão

Outra cidade que vem enfretando problemas com entrega de correspondência é Ribeirão Preto. Cartas e encomendas entregues pelos Correios têm chegado com atraso aos destinatários em Ribeirão Preto. Moradores reclamam que são prejudicados e pagam multas pela demora da correspondência. O Sindicato dos Correios e Telégrafos alega que faltam profissionais para dar conta da demanda do órgão —em Ribeirão, são 150 carteiros.

“Desde o ano passado há previsão de que essa situação poderia acontecer a qualquer momento”, disse um dos diretores do Sindicato dos Correios e Telégrafos, João Alves de Melo. De acordo com Antônio Marcos Alves, outro diretor do sindicato, a situação piorou quando 170 agentes pediram demissão por não receberem. “Eles estavam contratados temporariamente e eram de uma empresa terceirizada, mas não recebiam corretamente e pararam de trabalhar”, disse. Ele também afirmou que os agentes cobriam o deficit dos pedidos de demissão acumulados desde 2009. Segundo Melo, o problema é desorganização. “Foram três tentativas de contratação por concurso e todos deram errado. Depois disso, a empresa não se organizou para resolver o problema.”

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