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30/05/2011

VEREADOR DE RIBEIRÃO PRETO É AUTUADO SOB SUSPEITA DE DIRIGIR EMBRIAGADO E DESACATO

O vereador de Ribeirão Oliveira Júnior (PSC) foi autuado na noite de anteontem sob suspeita de direção perigosa e de guiar embriagado, segundo a Polícia Militar.

De acordo com a PM, o parlamentar também chamou de "canalhas" os policiais que o levaram para a delegacia. Por isso, dois boletins de ocorrência foram registrados: um por velocidade incompatível e outro por desacato aos PMs.

O vereador nega as versões dos policiais e diz que não houve desacato.

De acordo com o primeiro BO, Oliveira dirigia pela avenida Francisco Junqueira em direção à Maurilio Biagi, por volta das 23h30 do sábado, fazia zigue-zague e quase bateu em outros carros com sua Toyota Hilux.

Os policiais afirmaram ter dado um sinal sonoro para que a camionete parasse. Ainda assim, o veículo dirigido por Oliveira bateu duas vezes na guia e um dos pneus da Hilux estourou.

Segundo o relato dos PMs, ao ser abordado, o vereador estava no banco do motorista e apresentava dificuldade motora e também para falar, com sinais de embriaguez.

Oliveira afirmou, conforme a polícia, que havia bebido, mas que iria dizer que o passageiro, seu assessor parlamentar Willian Sitrângulo, 37, é quem estava dirigindo no momento da ocorrência.

Os policiais relataram que, informado sobre a autuação, Oliveira se identificou como vereador e pediu a presença do comandante da PM no local. O político disse que ele já tinha sido o responsável pela transferência do comandante da corporação.

No plantão, Oliveira se negou a realizar o teste do bafômetro, mas um exame clínico de embriaguez foi feito no parlamentar -o resultado deve sair durante a semana.

"CANALHAS"
Após o registro da primeira ocorrência, na madrugada de ontem, os PMs Osnann Gomes Gonçalves, 37, e Lucas Cândido Cavalcante, 33, que levaram o vereador ao plantão, dizem que Oliveira apontou o dedo para eles e disse "vocês são canalhas".

Vereador em primeiro mandato e da base do governo Dárcy Vera (DEM), Oliveira também responde a um processo criminal, acusado pelo Ministério Público sob suspeita de ser o mandante do assassinato de um advogado, há quatro anos, em Itu. Na época, Oliveira era o vice-prefeito da cidade.

Fonte: Folha de S.Paulo

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