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01/08/2011
Uma polêmica mudança pode ser feita em breve no sistema público de ensino em breve. Trocar os livros didáticos de papel por tablets. Foi o que afirmou o Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, em entrevista à Agencia Brasil.
"Queremos levar (o tablet) para a escola pública e fazer como outros países já estão fazendo. Taiwan já acabou com o livro didático, só tem livro na biblioteca. O aluno lê toda a bibliografia por meio do tablet que também é um caderno eletrônico. A Coreia, em dois anos, não terá livro didático. É o próximo passo do nosso projeto", afirmou Mercadante.
O motivo para a animação do ministro é o crescente interesse de empresas brasileiras em produzir o tablete. A partir de setembro, chegam ao mercado nacional os primeiros aparelhos com 20% da produção aqui.
Segundo Mercadante, com incentivos fiscais, é possível baratear em até 40% o preço final do tablet. "No Natal vai ter muito tablet barato e em todas as opções para o consumidor. Acho que nós vamos ter um belo momento na indústria da computação no país", prevê.
Nove empresas se inscreveram até este mês para produzir o aparelho no Brasil com incentivos ficais e outras seis aguarda análise técnica. O político afirma que o Brasil é o sétimo maior mercado do mundo no setor de computadores e que a meta é ganhar ainda mais espaço quando o assunto é inclusão digital.