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09/09/2011
Nas últimas semanas, a umidade relativa do ar tem atingido níveis críticos, no interior de São Paulo. Nos últimos dias, a maioria das cidades da região chegou a registrar 12% de Umidade relativa do ar, número muito inferior dos 60%, que é considerado adequado pela OMS (Organização Mundial de Saúde).
Em Ituverava, a situação é ainda mais grave. Até a última quinta-feira, 8 de setembro, os índices no município variaram entre 8% e 12%, considerados os mais baixos da região. Só para se ter uma noção da situação alarmante, a umidade do ar em um deserto é 9%.
A situação na cidade tem se tornado ainda mais preocupante porque, nas últimas semanas, o perímetro urbano tem sido tomado por uma bruma densa e esbranquiçada, formada por fumaça e poeira, causada pelas queimadas que estão ocorrendo. Além de prejudicar o meio ambiente, esta bruma dificulta a respiração e irrita os olhos das pessoas, que já tem sido difícil sem a fumaça.
Diante disso, é importante que as autoridades locais descubram de onde vêm essa fumaça e quem a causa, para que o responsável possa ser punido, pois a população está sendo exposta a doenças dos olhos e respiratórias.
De acordo com dados da Estação Meteorológica da Faculdade Dr. Francisco Maeda (Fafram), a situação deve melhorar neste final de semana, com a previsão de 18% de umidade do ar para hoje, e 24% para amanhã.
Chuvas
Neste ano, Ituverava registrou um baixo índice de chuvas. A cidade não registra precipitação há muito tempo e ainda de acordo com a Estação Meteorológica da Faculdade Dr. Francisco Maeda (Fafram), não há previsão de chuva para a próxima semana.
A última chuva ocorreu dia 4 de agosto, quando houve uma precipitação de 25 milímetros, o que representa 25 litros de água por m².