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ECONOMIA

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19/12/2011

INADIMPLÊNCIA NACIONAL CRESCE EM MENOR RITMO NO MÊS DE NOVEMBRO

Cheques sem fundo: volume aumenta consideravelmente nos meses de novembro e dezembro, devido às compras de Natal e Ano-Novo

A inadimplência dos consumidores cresceu em novembro, mas em um ritmo muito menor do que no ano anterior, segundo mostrou indicador da Serasa Experian, divulgado nesta segunda-feira, 12 de dezembro. Em relação a novembro do ano passado, a alta foi de 17,4%, a menor variação anual desde maio 2011. Já na comparação com outubro deste ano, a taxa aumentou 1,9%.

Na comparação mensal, os cheques sem fundos cresceram 10,4% e a inadimplência das dívidas não bancárias cresceram 0,9%. Nas dívidas bancárias, a inadimplência cresceu 0,5% no mês. Já os protestos tiveram um aumento mensal de 12,4% no mês.

Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, as desacelerações registradas na comparação anual e entre os acumulados “confirmam a trajetória descendente da inadimplência do consumidor. Sobre o aumento mensal, ele é pontual, resultante da greve dos Correios, que atrasou o envio de boletos e faturas para pagamento”.

Valor das dívidas
De janeiro a novembro, o valor médio das dívidas não bancárias foi de R$ 322,36, recuo de 17,4% na comparação com igual período do ano anterior. Quanto às dívidas com bancos, o valor médio no ano, até novembro, foi de R$ 1.302,70, queda de 0,7% ante o mesmo acumulado de 2010.

Os títulos protestados, no mesmo período, tiveram valor médio de R$ 1.369,39, crescimento de 15,7% sobre o mesmo período de 2010 e os cheques sem fundos tiveram, de janeiro a novembro, valor médio de R$ 1.354,40, representando um aumento de 8,2% sobre igual acumulado de 2010.

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