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23/02/2012

CPI OUVIRÁ REPRESENTANTES DOS ÚLTIMOS TRÊS GOVERNOS

Nalini, atual secretário da Fazenda, e Benedetti, ex-superintendente, serão os primeiros

Instalada na tarde de ontem, a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para acompanhar e identificar as causas e consequências da situação financeira do IPM (Instituto de Previdência dos Municipiários) ouvirá superintendentes do instituto e secretários da Fazenda dos governos Dárcy Vera (PSD), Welson Gasparini (PSDB) e Gilberto Maggioni (PTB)/Antônio Palocci (PT).

Os primeiros a serem ouvidos, em reunião marcada para as 15h do dia 13 de março, serão o atual secretário da Fazenda, Francisco Sérgio Nalini, e o ex-superintendente do IPM, Arnaldo Benedetti - substituído no início do mês por Luiz Carlos Teixeira.

O cronograma de oitivas foi sugerido pelo vereador André Luiz da Silva (PC do B), que integra a comissão, e consentido pelo presidente, Walter Gomes (PR). O vereador Giló (PR), que também compõe a CPI, não compareceu à reunião de instalação e não teve ausência justificada.

André Luiz solicitou ainda que sejam ouvidos representantes do Conselho do IPM e do sindicato dos servidores, além do atuário contratado pelo instituto há cerca de cinco anos. "São oitivas fundamentais para apurarmos se houve erro, quem errou, se a forma apresentada no ano passado dará saúde ao instituto e se o saldo é suficiente para as aposentadorias que existem e para as programadas", frisou André. "Todo dinheiro que entra no IPM ou sai do IPM vai para a Fazenda, então é importante ouvir ambos, melhor ainda simultaneamente", acrescentou.

A CPI também solicitará novos documentos ao IPM, como último cálculo atuarial do instituto, relatório de déficit técnico total 2009-2012, demonstrativo de saldos e ganhos 2009-2012, demonstrativo de receitas e despesas desde 2009, programação financeira dos últimos três anos e relatório de benefícios de auxílio-doença e salário-maternidade a partir de setembro de 2009. "Vamos solicitar toda essa documentação para acompanhar os trabalhos do IPM de perto e saber se não haverá problemas para os servidores", disse Walter.

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