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13/03/2012
Bem aventurada Dulce dos Pobres morreu no dia 13 de março de 1992, aos 77 anos
Fiéis e admiradores da vida e da obra de Irmã Dulce homenagearam a beata em uma missa realizada na manhã desta terça-feira (13) no Santuário da freira baiana, localizado na Avenida Bonfim, no Largo de Roma. Hoje faz 20 anos que Anjo Bom, como ela também é conhecida, morreu.
Nascida em 26 de maio de 1914, na cidade de Salvador, Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, a Irmã Dulce, morreu no dia 13 de março de 1992, aos 77 anos, no Convento Santo Antônio, situado no bairro de Roma.
A cerimônia em homenagem à bem aventurada Dulce dos Pobres reuniu centenas de devotos, pacientes das Obras Sociais de Irmã Dulce (OSID) e foi marcada pela emoção. Durante a missa, o arcebispo emérito e cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo destacou a vida de Irmã Dulce como exemplo a ser seguido.
A beata dedicou mais de 50 anos à vida religiosa. Ela ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em São Cristóvão (Sergipe) em 1933. No mesmo ano recebeu o hábito e adotou, em homenagem à sua mãe, o nome de Irmã Dulce.
Missa foi celebrada pelo arcebispo emérito e cardeal Dom Geraldo Majella
Em 1959, a religiosa fundou as Obras Sociais Irmã Dulce (OSID). A instituição é formada por 17 núcleos que prestam assistência à população de baixa renda nas áreas de Saúde, Assistência Social e Educação, dedicando-se ainda à Pesquisa Científica, Ensino Médico e preservação e difusão da história de sua fundadora.
Beatificada em maio de 2011, o processo de canonização de Irmã Dulce continua. Agora, é preciso a confirmação de um segundo milagre para que ela se torne santa.