Clique aqui para ver a previsão completa da semana
26/07/2012
São medicamentos mais modernos, de uma nova geração. A taxa de eficácia deles é de 80%, o dobro da dos remédios usados até hoje.
Uma informação importante na área de saúde: dois novos remédios para o tratamento da hepatite C vão ser distribuídos pelo SUS. São medicamentos mais modernos, de uma nova geração. Segundo o governo, a mais moderna para combater a hepatite C em todo o mundo. A taxa de eficácia deles é de 80%, o dobro da dos remédios usados até hoje.
São doenças silenciosas, que nem sempre apresentam sintomas. No Brasil, 500 mil pessoas podem ter hepatite B e não saber. Outras 150 mil podem estar contaminas com a hepatite C e ainda não ter o diagnóstico. A estimativa é do Ministério da Saúde.
“Isso é um grande complicador, porque as pessoas vão descobrir só em uma fase muito tardia, quando já estão com consequências ou sequelas da doença. Por isso é importante que as pessoas façam o exame pra descobrir isso precocemente”, afirma o infectologista Alexandre Cunha.
Uma campanha nacional de esclarecimento vai estimular a prevenção e os exames de diagnóstico. O Ministério da Saúde vai distribuir 2,3 milhões de testes rápidos a partir de agosto.
“É um exame bem simples. Só uma furadinha e em cinco minutos sai o resultado. Acho que é bem importante”, diz Daiane Lopes, funcionária publica.
A campanha também vai incentivar pessoas com até 29 anos a tomar a vacina da hepatite B. Contra a hepatite C, tipo mais comum da doença, que atinge 1,5 milhão de brasileiros, não há vacina. Só tratamento. A partir do ano que vem o SUS vai distribuir dois novos remédios que podem aumentar as chances de cura.
O Telaprevir e Boceprevir só serão indicados para 5,5 mil pacientes que já têm cirrose e fibrose avançada. De acordo com o Ministério da Saúde, os medicamentos têm o dobro da taxa de eficácia dos que são utilizados atualmente.
A campanha também vai distribuir cartazes e adesivos com orientações para a prevenção da doença em salões de beleza e estúdios de tatuagem, onde o risco de transmissão é grande.