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10/12/2012
Maioria das grávidas apresenta um quadro de êmese gravídicaPrincesa Kate Middleton descobriu ser portadora de hiperêmese gravídica
Bastante comum entre as gestantes, mas pouco conhecida do público em geral, a hiperêmese gravídica passou a “circular” pela mídia mundial, nesta semana, depois que a princesa Kate Middleton, da Inglaterra, descobriu-se portadora da doença.
Devido às alterações hormonais, a maioria das grávidas apresenta um quadro de êmese gravídica, ou seja, vômitos durante a gravidez, que é uma alteração fisiológica natural da gestante, que pode ser controlada com uma alimentação saudável e fracionada.
Já a hiperêmese gravídica é o excesso de náuseas e vômitos durante a gestação, impedindo a gestante de comer adequadamente e atrapalhando a rotina.
Tanto a êmese quanto a hiperêmese gravídica são mais comuns no primeiro trimestre de gestação, mas dependendo da gravidade podem durar até 20 semanas. Até um 1,5% das mulheres pode sofrer com a doença.
Causas
As alterações são causadas pelo hormônio HCG, que é produzido pela placenta durante a gestação, causando os vômitos. Por causa disso, é comum mulheres com altos níveis desse hormônio serem mais suscetíveis à hiperêmese, assim como grávidas de gêmeos, pois a placenta é maior e portanto produz mais hormônios.
No entanto, pode ser que uma gestante com níveis normais de HCG sofra hiperêmese, assim como uma grávida com altos níveis do hormônio não sofra - essa não é uma relação direta.
Ela também é comumente relacionada com mulheres que sofrem de algum distúrbio psicológico, como depressão ou gravidez indesejada, mas não existem estudos que comprovem essa relação.
Princesa Kate Middleton descobriu ser portadora da doença nesta semana
Nem bem a gravidez de Kate Middleton foi confirmada e já foi iniciada a contagem regressiva para o nascimento do bebê, filho da Duquesa de Cambridge com o príncipe William.
A criança – cujo sexo ainda não se sabe – deve nascer em 1° de julho, segundo informou o site The Sun. Coincidência ou não, nesta data era comemorado o aniversário da princesa Diana, mãe de William, falecida em um acidente de carro, em 1997.
Depois de sentir um mal estar na última segunda-feira, dia 3, Kate foi internada no King Edward VII Hospital, em Londres, na Inglaterra, onde a Família Real reside. Constatou-se, então, que ela estava sofrendo de hiperêmese gravídica, que é um excesso de vômito e fortes náuseas durante a gestação.
Conheça as principais causas da doença
Hiperêmese ocorre com maior freqüência nas mulheres que já têm histórico da doença na família ou em gestações anteriores.
Enxaquecas ou enjôo durante um passeio de avião, de barco ou de carro também podem ser sinais de que o mal se manifeste no futuro.
Problemas hormonais ou no fígado também contribuem para que a doença se desenvolva.
Veja quais são os sintomas mais comuns
Enjôos, náuseas e vômitos constantes são os primeiros sintomas da hiperêmese, que se manifesta logo nas primeiras semanas da gravidez.
Os sintomas, que normalmente ocorrem no início de qualquer gestação, caracterizam a doença quando ocorrem constantemente e afetam a alimentação da futura mamãe.
Aliados à desidratação e à perda de peso, eles causam debilidade física e podem levar à internação, como no caso de Kate Middleton.
Saiba quais cuidados tomar
Especialistas do site BabyCenter recomendam que, inicialmente, a gestante tente comer qualquer tipo de alimento, para não perder todas as energias. Também é preciso repousar e manter sempre um copo dágua por perto.
O site ainda chama atenção: urina de cor escura, boca e pele ressecada, dores abdominais e enxaqueca e até sintomas mais graves como confusão mental e presença de sangue no vômito podem ocorrer, e se isso acontecer, aconselha-se procurar um médico.