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07/01/2013

PRESIDENTE DA APCD-ITUVERAVA DIZ QUE O PROBLEMA É CULTURAL

A dentista Ana Rosa Matos Pilotto, presidente da APCD regional de Ituverava: “É necessário modificar esta cultura de só visitar o profissional quando necessário”

A dentista Ana Rosa Matos Pilotto concorda com afirmação de que milhões de brasileiros nunca foram ao dentista. “É um número elevado de pessoas que não visitam o dentista, se comparado ao número de profissionais em atuação, em todo o Brasil”, afirma a profissional, proprietário da Radiologia Padrão e que preside a Associação Regional de Cirurgiões-Dentistas – APCD regional de Ituverava.

Segundo ela, ao contrário do que muito pensam, o problema é cultural. “Realmente, as pessoas hoje em dia não tem como utilizar a falta de informação como desculpa. Acho até que temos informação demais. Acredito que o problema é cultural: as pessoas não acham importante irem ao dentista, para verificarem a saúde bucal”, diz.

Ana Rosa explica que para reverter esta situação, é necessário iniciar o trabalho de conscientização ainda na infância. “O trabalho hoje é feito, mas ainda de forma tímida. É necessário modificar esta cultura de só visitar o profissional quando necessário. As pessoas devem também aprender a ter bons hábitos alimentares e de higiene, para que a saúde bucal não sofra as conseqüências”, complementou a dentista



Visita ao dentista deve acontecer a cada 6 meses
O presidente da ABO explica que a literatura científica médica e odontológica é rica em exemplos de relações comprovadas entre a boca e doenças cardíacas e pulmonares, diabetes, hipertensão e até o nascimento de bebês prematuros.

Newton de Carvalho recomenda a ida ao dentista de seis em seis meses. “Que escovem os dentes de três a quatro vezes por dia e não deixem de ir ao dentista. Não é só quando o dente dói que devemos ir ao dentista. Muitas vezes quando o dente dói, o problema já está avançado”.

Para ele, o Dia Nacional do Cirurgião-Dentista “não é só de comemorações, é para lembrar que existem doenças bucais”. “O problema básico é que a educação para a saúde ainda é deficiente. A ação governamental ainda é insuficiente”, acrescenta

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