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02/02/2013

PULVERIZAÇÃO AÉREA PODE SER MAIS EFICAZ PARA O PRODUTOR

Pulverização aérea

A aviação agrícola é um serviço especializado que busca proteger ou fomentar o desenvolvimento da Agricultura, através da aplicação de fertilizantes, sementes e defensivos, povoamento de lagos e rios com peixes, reflorestamento e combate a incêndios em campos e florestas.

p>Regida pelo Decreto Lei 917, de 7 de setembro de 1969, e regulamentada pelo Decreto 86.765, de 22 de dezembro de 1981, a aviação agrícola brasileira pode ser conduzida por pessoas físicas ou jurídicas que possuam certificado para esse tipo de operação.

A emissão de registros das empresas e pilotos de aviação agrícola é de responsabilidade do Ministério da Agricultura. A solicitação deve ser feita nas Superintendências Federais de Agricultura (SFAs) nos Estados ou Distrito Federal. Além disso, todos os registrados devem remeter, à superintendência de seu estado, relatórios mensais de suas atividades.

Além das exigências, o aviador agrícola deve seguir as restrições para aplicar agrotóxicos. Áreas localizadas a até 500 metros de povoações, cidades, vilas, bairros e também áreas de mananciais de captação de água para abastecimento não podem sofrer aplicação de agrotóxico por meio da aviação agrícola.

Vantagens da aplicação do veneno por via aérea
Em entrevista à Tribuna de Ituverava, o aviador Emanuel Cherutti Galindo, que trabalha no setor, fala sobre as vantagens da pulverização aérea. “A rapidez é a característica mais evidente da aplicação aérea. Por ser feita de forma homogênea, apresenta maior eficiência no tratamento de doenças e combate a pragas, pois permite abranger grandes áreas de uma só vez”, explicou e aviador, que é proprietário da empresa Pulverização Aérea, que atende agricultores em Ituverava e região.

Segundo ele, o avião aplica o herbicidada em uma velocidade constante, e não sofre influência das condições do terreno (umidade, irregularidades), como as aplicações de herbicidas feitas do solo.

“O avião não sofre a influência de condições adversas, principalmente o encharcamento do solo devido às chuvas ou irrigação. Quando pára a chuva, os aviões já podem iniciar a operação de tratamento, não necessitando aguardar que o solo seque”, ressaltou Galindo.

.O aviador e empresário finalizou. “A utilização de pessoa especializada – piloto agrícola, técnico executor em aviação agrícola, engenheiro agrônomo – como responsável técnico e, ainda, uma completa regulamentação e fiscalização da atividade fazem da Aviação Agrícola uma ferramenta segura e eficaz para a aplicação de defensivos agrícolas”, concluiu Galindo.

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