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24/02/2013
Alunos aprendem sobre educação financeira em supermercado: ensino nas escolas traz uma influência positiva sobre o conhecimento de economia e o comportamento dos jovens brasileiros.MEC anunciou a medida nesta semana; currículo está em fase final de elaboração
Nesta semana, o Ministério da Educação (MEC) anunciou que a Educação Financeira deverá fazer parte do currículo do Ensino Fundamental das escolas públicas em, no máximo, três anos. No Ensino Médio, o programa foi testado, aprovado e está sendo implementado em várias escolas. A adesão não é obrigatória e fica a critério da escola.
O currículo do Ensino Fundamental está em fase final de elaboração. Há conteúdo próprio para cada idade. O próximo passo será testá-lo em programas-pilotos, fazer ajustes e corrigir as falhas.
A iniciativa nasceu de uma parceria de reguladores (BC, CVM etc.), entidades do mercado (Anbima, Febraban e Bolsa de Valores) e educadores. Contou ainda com apoio do Banco Mundial, que identificou o chamado “analfabetismo” financeiro como um gargalo para países como o Brasil.
Um dos mitos deixados para trás era que ensinar finanças pessoais dependia de um conhecimento avançado da Matemática – exponenciação, raiz quadrada etc. “Confundiam Educação Financeira com Matemática Financeira. O importante é a linguagem e a abordagem, que devem fazer parte do mundo da criança e do adolescente”, disse o educador financeiro Alvaro Modernell.