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CIDADE

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04/03/2013

ITUVERAVENSE É ELEITO COORDENADOR REGIONAL DO CEREA

Rafael Almeida de Oliveira (no centro), eleito coordenador regional do Cerea

O seu nome foi indicado pelo presidente nacional do Cerea, Osternio de Oliveira Brás

Em reunião realizada em Barretos no último domingo, 24 de fevereiro, foi eleito coordenador regional do Cerea, Rafael Almeida de Oliveira, 57 anos, que também é presidente do Cerea de Ituverava. O seu nome foi indicado pelo presidente nacional do Cerea, Osternio de Oliveira Brás.

Em entrevista à Tribuna de Ituverava, Rafael Almeida de Oliveira explica que entre as funções, o coordenador regional é orientador das diretorias dos Cereas das cidades de Aramina, Miguelópolis, Guaíra e Ituverava. "É meu dever visitar cada um desses municípios, orientar os cereanos e fiscalizar as suas atividades", afirma.

Oliveira ainda conta que esta é a primeira vez que um membro do Cerea de Ituverava assume o cargo. "É motivo de muita alegria, mas sei que terei muita responsabilidade, pois além das visitas, terei que sempre aumentar os meus conhecimentos, pois é meu dever ajudar os cereanos em qualquer situação em que eles necessitarem", ressalta. "Agradeço a todos que confiaram em mim, e espero retribuir com muito trabalho", diz.

Rafael Almeida de Oliveira freqüenta as reuniões do Cerea há 14 anos, tendo sido presidente do Conselho Deliberativo entre 2010 e 2011. Atualmente ele é presidente do Cerea de Ituverava, cargo que exercerá entre 2013 e 2014, e coordenador regional para o mandato de 2013/2016.

Cerea
Fundado em 1970, hoje o Cerea atua em cinco países: Brasil, Holanda, Japão, Canadá e Argentina. No Brasil, são atendidas cerca de 1 milhão de pessoas, em 10 estados. Em Ituverava, são 2.560 cadastradas, sendo que 80% delas foram recuperadas.

Consequências do álcool
O coordenador regional do Cerea, Rafael Almeida de Oliveira, alerta sobre os perigos do álcool. "O abuso e o de outras drogas é uma questão que ultrapassa fronteiras familiares. Afeta a sociedade fazendo vítimas no trânsito, aumentando as filas nos hospitais e os índices de violência, transformando-se em um problema social", completa.

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