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25/03/2013
A médica psiquiatra Angélica Chiba Maeda Ituveravense passa a fazer parte da entidade de saúde; ela também atenderá no CAPs Viver
A médica psiquiatra Angélica Chiba Maeda passou a fazer parte do corpo clínico da Santa Casa de Ituverava. Ela também deverá atuar no Centro de Atendimento Psicossocial “Viver”.
Formada pela Universidade de Uberaba, Angélica – que é filha de Francisco Maeda (in memoriam) e Hilda Chiba Maeda – cursou Residência Médica em Psiquiatria, na Universidade Estadual de Maringá.
Em artigo especial enviado à Tribuna de Ituverava, ela falou sobre transtornos mentais. “É importante que se defina o que são doenças mentais. Este conceito se refere ao modo como a Medicina encara certas situações da mente humana. São fatos do cotidiano, vistos como anormalidades que são acompanhados de sofrimento. Isso acaba prejudicando o ‘funcionamento’ das pessoas e suas atividades”, explicou.
“As pessoas com transtornos mentais são muitas vezes incompreendidas, estigmatizadas, excluídas ou marginalizadas, devido a falsos conceitos. São mitos já enraizados no ceio da sociedade, que dizem que ‘doenças mentais são fruto da imaginação’, de que elas ‘não têm cura’ ou que ‘estas pessoas são pouco inteligentes, preguiçosas, imprevisíveis ou perigosas’. Isso é uma inverdade”, disse a psiquiatra Angélica.
Mitos sobre doença mental Podem prejudicar pacientes
No artigo, a médica explica que estes mitos fazem com que as pessoas tenham vergonha e medo de procurar apoio ou tratamento, ou não queiram reconhecer os primeiros sinais ou sintomas deste tipo de doença.
“As pessoas devem buscar por tratamento, uma vez que a recuperação é mais eficaz, quanto mais cedo for iniciado o tratamento. Mesmo nas doenças mais graves é possível controlar e reduzir os sintomas e, através de medidas de reabilitação, desenvolver capacidades e melhorar a qualidade de vida”, explicou Angélica.
Para finalizar, a psiquiatra deu dicas para se manter uma boa saúde mental. “A pessoa não deve se isolar. Ela deve reforçar os laços familiares e de amizade. Também deve manter-se intelectualmente ativo e, principalmente, consultar o médico, nos primeiros sinais ou sintomas de perturbação emocional”, concluiu Angélica.